segunda-feira, 22 de junho de 2026

Sharia patrol, Muslim Brotherhood, people's justice, balcony girls in Sweden, rape denial, black father always absent, daughter killed by a black man, police askes mother to be silent

 











Muslim wants to change British flag, muslims demonstration, christians are the bigest problem, police arrest white man, sharia vigilants


 




Ciganos e prisões

 

EMME – Centro de Estudos de Migrações e Minorias Étnicas
Janeiro, 2007

QUE FUTURO TEM PORTUGAL PARA OS PORTUGUESES CIGANOS?1
José Gabriel Pereira Bastos

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2.2.4. A SITUAÇÃO PRISIONAL DISCRIMINATÓRIA


A situação prisional da minoria étnica cigana dos portugueses constitui um indicador que merece ser pensado. No final de Maio de 1998, encontravam-se detidos em prisões portuguesas, entre preventivos (34,7%) e condenados, 787 pessoas de etnia cigana, mais de dez vezes a taxa de população nacional (não cigana) encarcerada que, em 1997, era de 145 reclusos por 100 mil habitantes, e a proporção de mulheres
ciganas presas (11, 6 % de todas as presas) mais do que duplicava a média nacional de encarceramento de ciganos, os quais constituíam 5,5 % de todos os presos à data (J. J. Moreira: 1998: 8). 

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Sharia patrols in UK and New York

 


INE divulga novo relatório: imigrantes são 1,597 milhões - 14% do total da população portuuesa

 


O Instituto Nacional de Estatística (INE) acaba de divulgar os dados (22 de Junho de 2026) sobre população residente em Portugal. São 11,4 milhões, dos quais quase 1,6 milhões são imigrantes, o equivalente a 14% do total da população residente. Em números mais exatos, são 1 597 539 pessoas.

Este valor correspondeu a um aumento de 59 113 pessoas relativamente ao ano anterior, segundo INE. Entre 2021 e 2025, a população de nacionalidade estrangeira mais do que duplicou, o que correspondeu a um aumento de 849 384 pessoas (passando de 748 155 para 1 597 539). 

Em Portugal, residiam 1.543.697 cidadãos estrangeiros, de acordo com o relatório anual do Observatório das Migrações (OM) - números referentes a 31 de Dezembro de 2024. 

Entre janeiro e outubro do ano de 2024, os trabalhadores estrangeiros contribuíram com mais de 3 mil milhões de euros para a Segurança Social. É um valor cinco vezes maior do que aquele que receberam em subsídios e prestações sociais.

Os números referem-se aos primeiros 10 meses do ano de 2024. As contribuições para a Segurança Social de 1,76 milhões de estrangeiros a trabalhar em Portugal totalizaram 3,1 mil milhões de euros.

Desse universo de imigrantes, 367 mil beneficiaram de prestações sociais, num valor que ultrapassou os 600 milhões de euros - um quinto daquilo que pagaram. Esses apoios referem-se a abonos de família, subsídios por maternidade, doença, desemprego, entre outros.

O INE decidiu rever os números da população estrangeira desde 2021 após uma polémica suscitada pelo então Presidente Marcelo Rebelo de Sousa. O mesmo já havia ocorrido por divergência de dados entre o Governo e partidos da oposição, nomeadamente o Partido Socialista (PS).

Tudo começou quando o Ministério da Presidência decidiu, em abril de 2025, divulgar um relatório intercalar com novos números da imigração. Na ocasião, dava conta de que o país tinha 1,5 milhões de imigrantes.

Este dado tinha um aumento de 248.857 imigrantes. Isso ocorreu porque estava - e ainda está - em curso uma operação de recuperação pendências antigas. Destes imigrantes, a maioria já estava a residir em território nacional, mas à espera de um documento.

Em dezembro, o assunto novamente veio ao público. O semanário Expresso divulgou que Estado não sabe “quantos são e onde vivem os imigrantes”. Na altura, o ministro da Presidência, António Leitão Amaro, respondeu. “O que está a acontecer é o natural: quando, durante anos, se esconderam estatísticas, quando havia processos que estavam na gaveta e que, por isso, não eram contados, há um processo, que tem de ser sério, de identificação, contabilização e retirada da gaveta e da escuridão de números que estavam em Portugal mas que não estavam contabilizados”, explicou. Este trabalho, inclusive, ainda está em curso.

A diferença entre os dados e do INE e da AIMA tem várias explicações. O primeiro foi referido pelo ministro da Presidência, António Leitão Amaro: houve um desfasamento nos números, face aos longos anos de espera por um título de residência para milhares de imigrantes que já residiam em Portugal. Por exemplo, o trabalho da Estrutura de Missão deferiu, até dezembro do ano passado, 201.656 títulos de residência a partir da extinta Manifestação de Interesse.