quarta-feira, 24 de junho de 2026
Canarymission.org - A 'Thousand Zohrans': Inside NYC-DSA's Strategy to Remake Democratic Politics
Executive Summary
New York has repeatedly served as the proving ground for national movements on the radical left.
The first National Students for Justice in Palestine conference took place at Columbia University in New York City. Years later, the encampment movement that ignited campus unrest across the country also began at Columbia. New York-based activists such as Nerdeen Kiswani and Amin Husain (from Within Our Lifetime and Decolonize This Place) developed mass protest tactics around the Palestinian cause, drawing from organizing models used by the Women’s March, Antifa-aligned networks, the George Floyd riots and other protest movements. Those models were replicated nationwide.
Now, we are seeing the same pattern with the Democratic Socialists of America (DSA). This election cycle, starting with the June 23 primaries, the New York City DSA chapter is building its playbook. It’s a strategy meant to be exported nationwide.
NYC-DSA is the largest DSA chapter in the country, with more than 14,000 members – more than double the size of DSA-LA, the next largest chapter, with roughly 5,000 members.
DSA launched its most ambitious – and successful – political experiment to date with the election of its member, Zohran Mamdani, as mayor of the most powerful city in the world. It was a decisive win, which energized NYC-DSA to reach for more, creating a template for national replication.
DSA’s agenda is not merely progressive reform. It’s not even what the name implies, “democratic socialism.” Most of its politicians are outright Marxists. Their agenda is nothing less than deliberate and total destruction of American norms as enshrined into law: prison decarceration, abolition leading to the ultimate dismantling of all prisons, defunding the police, “anti-imperialism” (i.e., alignment with hostile regimes such as Cuba, Iran and China), open borders, catch-and-release policies, DEI radicalism and the degradation of educational standards. These are not accidental outcomes. They are destruction by design.
Their candidates run on a carefully constructed narrative: Our politicians are authentic; the opposition is corrupt. Our candidates fight for working people; their opponents serve the billionaire elite. Our candidates are willing to get arrested, speak uncomfortable truths, and break the rules; their opponents defend a broken status quo that keeps ordinary people suffering.
Most of their candidates have records marked by extremism, hypocrisy and scandal. They often present themselves as champions of the working class while coming from elite institutions and privileged networks. They attack traditional Democrats – including progressives who were once their allies – because their worldview allows no middle ground. In their politics, anyone who is not fully with them is treated as the enemy.
This pattern is visible in various “progressive” candidates across the country – Mamdani in New York, Chris Rabb in Philadelphia, Adam Hamawy in New Jersey and Graham Platner in Maine. During their campaigns, serious scandals have emerged involving alleged connections to extremist organizations, support for terror, abuse, arrests, antisemitism and other disturbing conduct. This is a feature, not a bug.
How do we know this is true? These candidates do not respond to scandals the way traditional politicians do. They do not simply deny, apologize or move on. Instead, they absorb the scandal into their political identity. They treat it as proof that they are dangerous to the status quo. The scandal becomes a credential.
They signal to their base that the accusations matter less than the identity of those exposing them. They frame criticism as an attack by billionaires, Israel supporters, establishment Democrats or other supposed villains.
In doing so, they turn scandal into confirmation: Look, I belong. Look, the bad guys are trying to destroy me. Look, I am different from ordinary politicians. I alone will fight for you.
terça-feira, 23 de junho de 2026
Tradução da sinopse do livro “Suicidal Empathy”, de Gad Saad, retirada do site da “Wook”
O autor do bestseller The Parasitic Mind demonstra por que a empatia na política leva ao colapso civilizacional. O que acontece quando uma sociedade eleva a vitimização a uma virtude e decide que punir é cruel? Obtém-se a doença que o Dr. Gad Saad chama de empatia suicida. E o Ocidente pode estar terminalmente infetado.
Em seu novo livro, Suicidal Empathy, Saad lança uma crítica contundente ao altruísmo irracional e desadaptativo que se apoderou da nossa cultura. Esse parasita mental sequestrou o módulo de empatia da nossa elite progressista, levando a uma descalibração catastrófica das prioridades morais. Os resultados estão por toda parte: desde passar a mão pela cabeça de criminosos violentos e proteger violadores, até rotular a autodefesa como comportamento tóxico.
Estamos a testemunhar uma civilização em rápido declínio. Políticas lunáticas são instituídas porque priorizamos os sentimentos de grupos ostensivamente marginalizados em detrimento da Verdade, os criminosos em detrimento das vítimas, e os invasores de propriedades em detrimento dos proprietários. Isso não é humano; é um desmantelamento ativo dos pilares que nos mantêm seguros e livres.
Esta crise de empatia cria um sistema horripilante de moralidade inversa, onde os fortes e bem-sucedidos são demonizados e os destrutivos são celebrados. Basta olhar para as inversões insanas que toleramos diariamente: preferimos migrantes ilegais aos nossos próprios cidadãos e veteranos legais, permitimos que viciados em drogas ameacem a segurança das crianças nos parques, e elevamos mulheres transgénero acima de mulheres biológicas nos desportos e espaços seguros. O bom senso está a morrer num dilúvio de compaixão equivocada.
Suicidal Empathy é o seu alerta. Pare de ignorar os seus instintos de sobrevivência em nome do politicamente correto. Isso não é apenas uma política equivocada; é a expressão máxima de uma cultura que escolhe ativamente a sua própria morte.
11 de Setembro: excertos de "A raiva e o Orgulho" de Oriana Fallaci
Correio da Manhã
A RAIVA E O ORGULHO DE ORIANA FALLACI
Calar é uma culpa e falar uma obrigação... “Um dever cívico, um desafio moral, um imperativo categórico a que não podemos fugir”. Com estas palavras, a jornalista e escritora italiana Oriana Fallaci prepara o leitor para o livro que escreveu e registou como sermão em vez de romance, ensaio, memória ou panfleto.
10 de novembro de 2002
Chama-se “A Raiva e o Orgulho”, traz chancela da Difel e polémica garantida. Escrito a quente, “dezoito dias depois do Apocalipse de Nova Iorque”, raciocínio de gelo, escorre como lava num diálogo com o leitor que não larga até que acorde para a realidade... A sua. São argumentos fortes os seus. Verdadeiros também. Só não são os únicos. Nem o mundo é a preto e branco nem os homens se dividem entre os bons e os maus.
Chamou-lhe sermão e fez bem porque “um sermão julga-se pelos resultados e não pelos aplausos ou pelos assobios que vai desencadear”. Assim sendo, diz quem quer de sua justiça, independentemente da justiça dos outros e, descartado o tom sentencioso, tudo lhe é permitido, até chamar a estas páginas o Dalai Lama com quem passou “um dia inteiro” e... não aprendeu nada! “Que sentido fará defender a sua cultura ou pretensa cultura, quando eles desprezam a nossa?”, lê-se a propósito do islamismo.
“A Raiva e o Orgulho” de Oriana começou por ser um longo artigo de jornal que, de tão longo, acabou sendo livro: “com o ímpeto de um soldado a sair da trincheira e a lançar-se contra o inimigo, atirei-me à máquina de escrever . Pus-me a fazer a única coisa que sabia fazer, que podia fazer. Escrever”.

Muslims pray in New York Times Square
“Nem me lembro se determinadas coisas eu as vi acontecerem na primeira Torre ou na segunda. As pessoas que, para não morrer queimadas, se atiravam das janelas dos octagésimos ou nonagésimos andares. Partiam os vidros das janelas, saltavam para cima delas e atiravam-se para baixo como se fossem lançar-se de um avião com um pára-quedas às costas. Às dúzias. Sim, às dúzias. E desciam tão devagar. Tão devagarinho”... Todos assistimos a isto mas, decididamente, alguns mais que outros, já que, nestas coisas da tragédia é a proximidade que a faz maior do que já é. Por isso se compreende o ódio.
Não a insistência nele. Sabe disso melhor que ninguém o menino de oito anos, ouvido, por acaso, numa rua de Nova Iorque... “A minha mamã dizia sempre: ‘Bobby, se te perderes quando voltares para casa, não tenhas medo. Olha para as Torres e lembra-te de que vivemos a dez blocos de distância na margem Hudson’. Mas agora já não há Torres. Pessoas más varreram-nas dali com quem estava lá dentro. E por isso andei durante uma semana a perguntar a mim mesmo: Bobby se agora te perderes, que fazes para voltar para casa? Mas depois disse comigo: Bobby, neste mundo também há gente boa. Se te perderes agora, qualquer pessoa boa te ajudará em vez das Torres. O importante é que não tenhas medo”.
Porque “as coisas escritas podem fazer um grande bem e também um grande mal, curar ou matar”, haja coragem bastante para curar. Todos. Vítimas e carrascos que, dependendo da circunstância, somos todos.
“(...) é um rei sem reino, um papa sem igreja, um deus sem fiéis. Pior: como os seus súbditos estão espalhados na Índia, no Nepal e no Sikkim, quando morrer será praticamente impossível encontrar o seu sucessor; assim, quase de certeza será ele o último Dalai Lama. Nessa altura interrompi-o, pensando que o ódio devorasse o seu coração e perguntei-lhe: “Santidade, poderá alguma vez perdoar aos seus inimigos?. Olhou para mim atónito. Surpreendido, incrédulo, talvez ofendido, espantado. E com aquela sua voz, cheia de paixão, convicção, sinceridade, exclamou: ‘Inimigos? Mas eu nunca os considerei inimigos! Eu não tenho inimigos! Um budista não tem inimigos!’
PS: Como é que é possível que depois do 11 de Setembro, os muçulmanos possam encher a Times Square para ali fazerem as suas preces? Isto é próprio de uma civilização suicida.
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No livro "Por dentro do Chega" , o jornalista Miguel Carvalho fala de "um partido de fanáticos que não faz grande reflexão...
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S ome excerts of this study from United Nations : "(...) Focusing on these two striking and critical trends, the present study addre...

















