sábado, 16 de agosto de 2025

Apenas 9,5 % dos ciganos dizem ter como principal fonte de receita o trabalho

 


De acordo com um artigo do jornal Público, datado de 2016, baseado numa investigação "realizada pelo Centro de Estudos para as Migrações e Relações Interculturais da Universidade Aberta, em parceria com o Centro de Investigação e Estudos de Sociologia do Instituto Universitário de Lisboa - é pequeno o número dos (ciganos) que dizem ter como principal fonte de receita o trabalho (9,5%). Parte considerável da amostra (34,8%) afirma ter como principal fonte de receita o Rendimento Social de Inserção (RSI)."

O trabalho precário é a situação mais comum, entre a comunidade cigana, que contará cerca de 50 mil elementos, refere o mesmo artigo. "Não declaram actividade para não perderem o RSI, que ajuda a compor o orçamento familiar", adianta a mesma investigação. De acordo com Sílvia Gomes, membro do Observatório das Comunidades Ciganas, citada pelo artigo do Público, "os ciganos representam cerca de 5 % da população prisional em Portugal" - número que traduz dez vezes mais do que a sua percentagem populacional, que rondará os 0,5 %. Isso significa que, comparativamente, a probabilidade de um indivíduo de etnia cigana estar preso é 10 vezes maior do que a de um indivíduo da população em geral. 

Com "Gemini"

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"(...) Bangladeshi law explicitly permits marital rape of adult women in all circumstances, with no exception even for when the parties are separated. The law explicitly permits marital rape of children over the age of 13. There is a mismatched punishment clause which provides only for punishment of two years’ imprisonment in cases of marital rape of a child under 12 years of age, with no punishment designated for marital rape of children between the ages of 12 and 13. (...)"