domingo, 26 de abril de 2026
sábado, 25 de abril de 2026
Ainda a percepção do crime
Porque não revelar, nas estatísticas do crime, a etnia dos criminosos e das vítimas de crime? Tal como fazem os EUA e o Reino Unido. Revelar a nacionalidade dos criminosos é um primeiro passo para provar que a percepção é mais do isso, é uma realidade. Mas seria ainda mais importantes revelar o grupo étnico dos criminosos.
Há cerca de um mês, um vídeo feita à entrada de uma escola de Massamá tornou-se "viral". Nesse vídeo, um grupo de sete ou oito jovens negros espancava violentamente um jovem branco, já prostrado no chão. A percepção do que é o crime em Portugal só será uma realidade quando as estatísticas tiverem menção da etnia dos agressores, permitindo que as autoridades lancem programas específicos tendo como alvo as comunidades onde a prática do crime seja mais acentuada.
Em Inglaterra, em 2000, a polícia criou uma unidade especial. A Operação Trident foi uma unidade policial especializada da polícia para combater crimes violentos com armas de fogo e facas que afetavam desproporcionalmente a comunidade negra. Em cerca de 74% dos homicídios com vítimas negras o principal suspeito foi identificado, tinha uma relação conhecida com a vítima e envolveram um agressor que também pertencente à etnia negra.
Um pormenor em relação aos ciganos: são 0,5 por cento da população portuguesa mas a população prisional cigana ronda os 5 % - cerca de dez vezes mais do que a sua percentagem na população portuguesa não-cigana. Era interessante conhecer estes dados em Portugal.
De acordo com o CEMME – Centro de Estudos de Migrações e Minorias Étnicas - num trabalho elaborado em Janeiro de 2007 - "QUE FUTURO TEM PORTUGAL PARA OS PORTUGUESES CIGANOS?" - de José Gabriel Pereira Bastos, no final de Maio de 1998, encontravam-se detidos em prisões portuguesas, entre preventivos (34,7%) e condenados, 787 pessoas de etnia cigana, mais de dez vezes a taxa de população nacional (não cigana) encarcerada que, em 1997, era de 145 reclusos por 100 mil habitantes, e a proporção de mulheres ciganas presas (11, 6 % de todas as presas) mais do que duplicava a média nacional de encarceramento de ciganos, os quais constituíam 5,5 % de todos os presos à data (J. J. Moreira: 1998: 8).
Nos EUA, em 2019, os afro-americanos eram cerca de 13% da população dos EUA, mas representavam quase um terço da população carcerária do país.
Nos Estados Unidos e em Inglaterra, as mais antigas democracias do mundo, as estatísticas do crime são racializadas. Por exemplo, 17,1% das vítimas brancas foram mortas por agressores negros, que representam 13,7% da população total, nos Estados Unidos.
Era interessante conhecer estes dados em Portugal. Uma avaliação empírica pode ser feita com uma mera passagem por algumas das grandes cadeias, olhando para as bichas, pouco antes da hora das visitas e avaliando, a olho, a percentagem de visitantes africanos e brancos.
sexta-feira, 24 de abril de 2026
Crime nos Estados Unidos: 81% dos homicídios de brancos são perpretados por negros
Porque não
revelar, nas estatísticas do crime, a etnia dos criminosos e das vítimas
de crime? Tal como fazem os EUA e o Reino Unido...
Revelar a
nacionalidade dos criminosos é um primeiro passo para provar que a
percepção é mais do isso, é uma realidade. Mas seria ainda mais
importantes revelar o grupo étnico dos criminosos. Há menos de uma
semana, um jovem de 20 anos foi agredido por "um grupo de jovens "com
menos de 16 anos", na estação do Cais do Sodré. Quando a polícia entrou
em acção, o jovem de 20 anos estava no chão, inconsciente.
O
mundo tem destas coincidências: um amigo de um amigo meu assistiu ao
espancamento. Sabendo que eu me interesso por este tipo de casos,
mandou-me uma mensagem: os nove agressores eram todos africanos. A
percepção do que é o crime em Portugal só será uma realidade quando as
estatísticas tiverem menção da etnia dos agressores.
Quando se
acabar, por exemplo, com designações, nos jornais acerca de "uma
família" que agrediu enfermeiros e médicos num hospital porque queriam
que uma criança passasse à frente de todos os outros utentes. Uma
"família" de quê? De ciganos, obviamente.
Nos Estados Unidos e
em Inglaterra, as mais antigas democracias do mundo, as estatísticas do
crime são racializadas. Por exemplo, 17,1% das vítimas brancas foram
mortas por agressores negros, que representam 13,7% da população total.
Era interessante conhecer estes dados em Portugal. Uma avaliação
empírica pode ser feita com uma mera passagem por algumas das grandes
cadeias, pouco antes da hora das visitas e avaliar a percentagem de
visitantes africanos e brancos.
Em Odivelas e na Amadora, milhares de alunos são obrigados a comer comida "Halal" ("pura" segundo os muçulmanos)
Odivelas foi o primeiro concelho a implementar a medida em toda a sua rede pública. Atualmente, a opção halal está disponível em todos os estabelecimentos de educação e ensino da rede pública do concelho, que tem cerca de estabelecimentos, abrangendo refeições de pequeno-almoço, almoço e lanche. Na Amadora foi implementada recentemente a dieta halal, com uma estimativa de fornecimento diário que ultrapassa as 8.000 refeições para o ensino pré-escolar e básico.
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