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sábado, 1 de junho de 2024

Antissemitismo está de volta mas os judeus não são seres humanos

 

"(...) Vários estudos têm mostrado um aumento muito alarmante de ataques ou incidentes antissemitas na Europa e nos Estados Unidos. Alguns falamde aumentos de mais de 300% apenas nas semanas que se seguiram ao 7 de outubro. Investigadores do fenómeno reconhecem que o momento é de grande preocupação, mas chamam a atenção para as confusões entre críticas legítimas ao Governo israelita e crimes de ódio. A constante simplificação do conteúdo que consumimos nas redes sociais é apontada como a principal força motriz do ódio, contra judeus ou contra qualquer outra minoria

A constante simplificação do conteúdo que consumimos nas redes sociais é apontada como a principal força motriz do ódio, contra judeus ou contra qualquer outra minoria

Só nos Estados Unidos, entre 7 de outubro de 2023 e 7 de janeiro de 2024, os ataques antissemitas subiram 360% em relação ao que tinha sido registado nos mesmo período no ano anterior. Em Londres, os ataques a judeus, edifícios ligados à prática do judaísmo ou instituições de ensino judaicas aumentaram 17 vezes (...)" 

Expresso

Ana França (27 de Maio de 2024)

PS - Este artigo está correcto, de facto, mas desactualizado. Em Portugal, já em 1988 a única revista islâmica portuguesa, a Al-Furqán, publicava um artigo afirmando que "os judeus propriamente ditos não são seres humanos." No mesmo artigo, fazia-se um rasgado elogio a Hitler: “Os judeus são inimigos de todos aqueles que não o são, e procuram fazer-lhes todo o mal possível. Talvez tenha sido por isso que Hitler quis aniquilar este maldito povo”. Como pormenor curioso, o autor do artigo era o xeque Aminuddin Mohamad, na altura conselheiro espiritual da Comunidade Islâmica de Lisboa.

 

Extremismo Religioso / Paulo Reis (c/Expresso)

segunda-feira, 18 de maio de 2026

É por Israel ser um Estado judeu que os radicais islâmicos lhe negam o direito de existir

 

"Está a acontecer em França, no Reino Unido, na Austrália ou nos EUA: os judeus são ameaçados online, são assediados nas ruas, vêem as suas escolas, sinagogas e cemitérios vandalizados, são alvo de ataques terroristas como o da praia australiana de Bondi, que fez 15 mortos em Dezembro de 2025. Ser judeu voltou a ser perigoso no Ocidente. É talvez o facto mais importante do nosso tempo. E não, não é uma tendência que afecte da mesma maneira todas as minorias religiosas: nos EUA, segundo o FBI, 69% de todos os crimes em que a religião é um factor têm os judeus como vítimas. Nem é preciso sair de Lisboa para perceber: nenhuma igreja evangélica ou a mesquita precisam da segurança que só rodeia a sinagoga.

O anti-semitismo motivou um dos maiores crimes políticos de sempre na Europa. Desde 1945, o Ocidente investiu muito na sua erradicação. Porque é que, de repente, uma reconstrução cultural de 80 anos parece em risco? Por causa da guerra de Israel contra o Hamas em Gaza? Mas se o que está em causa é a política militar do governo de Israel, porque é que a sua contestação tem de reflectir-se na perseguição de cidadãos franceses, britânicos, ou americanos que praticam a religião judaica? Talvez porque o problema de Israel não é a sua política de defesa, mas o facto de ser um Estado judeu. É por ser um Estado judeu que os radicais islâmicos lhe negam o direito de existir numa parte do mundo que declararam propriedade exclusiva do Islão. E é por ser obra de judeus que Israel serve de pretexto para ataques contra judeus, só por serem judeus, no resto do mundo. A isto, chama-se anti-semitismo.

Algum vandalismo ainda se deve a grupúsculos neo-nazis. Mas quase toda a selvajaria anti-semita nas ruas da Europa tem hoje origem na imigração muçulmana. As autoridades não estão à vontade para lidar com este anti-semitismo importado. Porque teriam de reconhecer as suas responsabilidades. Foi a política de imigração caótica que encheu o Ocidente de populações vindas de países onde o anti-semitismo é oficial. Foi a submissão das autoridades ao wokismo, com a sua incriminação da identidade ocidental, que dificultou a iniciação dessas populações nos valores do Ocidente. Os recém-chegados são agora objecto de um esforço de mobilização que une o islamismo radical, em cujas origens o fascismo europeu foi decisivo, e uma extrema-esquerda desesperada por fazer da imigração muçulmana um reservatório de votos. Por isso, Gaza é a grande bandeira de partidos como La France Insoumise em França, ou o Green Party no Reino Unido. Culpa dos migrantes? Não, culpa de quem permitiu o caos, e de quem explora o separatismo.

Mais importante do que a causa, é compreender as consequências. O anti-semitismo não é um problema só para os judeus. A luta contra o anti-semitismo, sustentada pelo horror do Holocausto, foi decisiva no descrédito de atitudes e filosofias racistas, e no opróbrio de movimentos políticos assentes no racismo, como o nazismo alemão. O retorno do anti-semitismo ameaça essa muralha das democracias liberais. Termos outra vez uma minoria, bem integrada nas sociedades ocidentais e nos seus valores, a ser perseguida violentamente pode mudar tudo para todos. Convida à desestruturação das sociedades ocidentais e à sua reorganização em tribos e em guetos com territórios exclusivos e circuitos sociais separados, os únicos em que cada grupo se sentirá em segurança. Abre outra vez a porta a movimentos decididos a promover o sectarismo e a segregação. Não é apenas um velho ódio que regressa. É todo um tipo de existência que julgávamos ter deixado para trás. Por uns anos, esquecemo-nos que a luta contra o mal nunca tem fim. Anos abençoados, mas anos de ilusão.

Rui Ramos
O Observador
 

domingo, 3 de março de 2024

A Ameaça Islâmica Dispara na França

 

30 de janeiro de 2024 -  A revista semanal francesa Le Journal du Dimanche, publicou a mais abrangente e detalhada pesquisa de opinião sobre o posicionamento dos muçulmanos franceses. Como não poderia deixar de ser, os resultados são preocupantes.
A primeira pergunta se referia aos judeus. Dezessete porcento dos muçulmanos franceses admitem que eles odeiam os judeus. Trinta e nove porcento responderam que têm uma opinião ruim ou péssima sobre o judaísmo.
A França do Século XXI é o único país da Europa onde os judeus são corriqueiramente assassinados simplesmente porque são judeus. Desde o sequestro, tortura e assassinato de Ilan Halimi em janeiro de 2006, todos os judeus assassinados na França foram mortos por muçulmanos. Sammy Ghozlan, presidente do Departamento Nacional de Vigilância contra o Antissemitismo (BNVCA), que cadastra atos antissemitas e ajuda as vítimas, vem enfatizando, entra ano sai ano, por mais de vinte anos, que praticamente todos os atos antissemitas violentos cometidos na França, são cometidos por muçulmanos.
Quando se trata de Israel, os resultados são ainda piores. Os sentimentos ultrapassam o ódio. Quarenta e cinco porcento dos muçulmanos franceses afirmam que querem a total destruição de Israel. Um número equivalente de muçulmanos franceses consideram o massacre, estupro, tortura, decapitação e a queima de judeus vivos até a morte pelos terroristas do Hamas em Israel em 7 de outubro de 2023, um "ato de resistência".
(...)
A pesquisa de opinião ainda mostrou que 49% dos muçulmanos franceses querem que os católicos se convertam ao Islã e que 36% querem que as igrejas sejam transformadas em mesquitas. Algumas igrejas já viraram mesquitas. A pesquisa de opinião também revelou que 25% dos muçulmanos franceses disseram que rejeitam a palavra "França".
por Guy Millière
3 de Março de 2024
(Continua)

quinta-feira, 23 de maio de 2024

Será que os judeus são dotados de humanidade?

 

PAULO REIS

Uma breve passagem de um artigo publicado numa revista islâmica editada em Portugal, a Al-Furqán, dirigida em 1988 pelo sr. Yossuf Adamgy,: "Será que os judeus são dotados de humanidade? (...) O judeu não possui boas qualidades; não conhece a misericórdia, nem a simpatia; odeia toda a gente que não seja judeu (…) está demonstrado que as qualidades dos judeus são desumanas (..)” acrescenta o artigo.

Na mesma revista, edição nº 41, correspondente aos meses de Janeiro/Fevereiro de 1988, pode ler-se um artigo assinado pelo Xeque Aminuddin Mohamad, que foi conselheiro espiritual da Comunidade Islâmica de Lisboa, onde se conclui que "os judeus propriamente ditos não são seres humanos." O artigo refere ainda que “(...) os judeus são inimigos de todos aqueles que não o são”, e procuram fazer-lhes todo o mal possível, concluindo com um rasgado elogio a Hitler: “Talvez tenha sido por isso que Hitler quis aniquilar este maldito povo”.

domingo, 21 de setembro de 2025

"Será que os judeus são dotados de humanidade?"

 

 

 

Uma breve passagem de um artigo publicado numa revista islâmica editada em Portugal, a Al-Furqán, dirigida em 1988 pelo sr. Yossuf Adamgy,: "Será que os judeus são dotados de humanidade? (...) O judeu não possui boas qualidades; não conhece a misericórdia, nem a simpatia; odeia toda a gente que não seja judeu (…) está demonstrado que as qualidades dos judeus são desumanas (..)” acrescenta o artigo.

Na mesma revista, edição nº 41, correspondente aos meses de Janeiro/Fevereiro de 1988, pode ler-se um artigo assinado pelo Xeque Aminuddin Mohamad, que foi conselheiro espiritual da Comunidade Islâmica de Lisboa, onde se conclui que "os judeus propriamente ditos não são seres humanos." O artigo refere ainda que “(...) os judeus são inimigos de todos aqueles que não o são”, e procuram fazer-lhes todo o mal possível, concluindo com um rasgado elogio a Hitler: “Talvez tenha sido por isso que Hitler quis aniquilar este maldito povo”.

 

quarta-feira, 17 de junho de 2026

a "Irmandade Muçulmana" nas ruas de Guimarães: "O Islão não é teu inimigo (...) é uma religião de paz" - uma falsificação da realidade

 

 

Segunda fase na conquista de um país ocidental: Proselitismo com falsas premissas, dando relevo a passagens do Corão que podem ser interpretadas como apelando ao pacifismo é à convivência com outras religiões, ignorando as passagens em que a violência é tema.. Nas prédicas internas, nas mesquitas, o Islão é referido como a única religião, que há-de dominar as outras religiões e conquistar o mundo, "a bem ou a mal - pela submissão ou pela espada." Trata-se de uma das tácticas empregues pela "Irmandade Muçulmana", uma organização proibida em quase duas dezenas de países muçulmanos.

Em Portugal, pela primeira vez, viram-se recentemente, pelas ruas de Lisboa, muçulmanos a distribuírem panfletos pelas caixas dos correios e pelos transeuntes e a insistirem que o islamismo é a única religião monoteísta e é uma religião da paz. No entanto, uma leitura do conteúdo do Corão e de alguns "Hadits" (Dizeres do Profeta, recolhidos pelos seus mais próximos "colaboradores") destroem completamente esta falsificação do Islão enquanto religião de paz. Aliás, se mais não fosse necessário, há países muçulmanos que executam qualquer crente que abandone a religião muçulmana.

O Corão é muito claro no tratamento que os muçulmanos devem dar aos judeus e cristãos:

Surata 5:51: Adverte os muçulmanos a não tomarem judeus e cristãos como aliados protetores, indicando que eles são aliados apenas entre si.

    Surata 5:82: Descreve os judeus e os idólatras como severos na inimizade, mas aponta os cristãos como aqueles mais próximos em afeição aos muçulmanos.

    Surata 9:29: Ordena o combate aos "que não creem em Alá", incluindo judeus e cristãos (Povo do Livro), até que paguem um tributo (o jizya) e se submetam à autoridade islâmica.

2. Combate aos Infiéis (Descrentes)

    Surata 9:5: Frequentemente chamado de "Versículo da Espada", ordena que os muçulmanos combatam e matem os idólatras (associadores) onde os encontrarem, após o término de um período de trégua, caso estes persistam na agressão.

    Surata 2:191: Permite o combate aos descrentes que perseguem os muçulmanos, instruindo-os a combatê-los onde os encontrarem e expulsá-los, afirmando que "a perseguição é pior do que o homicídio"

    Há um um hadith (dito atribuído ao profeta Maomé) que se encontra nas coleções canônicas do Islã, Sahih al-Bukhari e Sahih Muslim (Surata At-Tawbah (9:29): e que diz aos muçulmanos:  "Combatei aqueles que não creem em Deus nem no Último Dia, e que não consideram proibido o que Deus e o Seu Mensageiro proibiram, e que não praticam a religião da verdade — dentre aqueles a quem foi dado o Livro — até que paguem o tributo (Jizyah) voluntariamente, e se submetam. 

    Sob a lei islâmica clássica derivada deste versículo, os judeus e os cristãos que viviam em territórios islâmicos eram classificados como dhimmis (pessoas protegidas). Em troca do pagamento da Jizyah (um imposto de vassalagem), ficavam isentos do serviço militar obrigatório e tinham garantida a proteção das suas vidas, bens e liberdade de culto.

    Nas redes sociais há milhares de vídeos com discursos de pregadores islâmicos, cujas afirmações são completamente contrárias ao que os dois pregadores do primeiro vídeo, acima colocado, afirmam, dirigindo-se a um transeunte. No total há 16 países que baniram a Irmandade Muçulmana, com destaque para o facto de sete deles serem países muçulmanos.

 


 
























quinta-feira, 30 de novembro de 2023

Será que os judeus são dotados de humanidade?

  

Será que os judeus são dotados de humanidade?”. Uma breve passagem de um artigo publicado numa revista islâmica, editada em Portugal: ”O judeu não possui boas qualidades; não conhece a misericórdia, nem a simpatia; odeia toda a gente que não seja judeu (…) está demonstrado que as qualidades dos judeus são desumanas (..)”. O artigo termina com a seguinte conclusão: “Por consequência, os judeus são inimigos de todos aqueles que não o são, e procuram fazer-lhes todo o mal possível. Talvez tenha sido por isso que Hitler quis aniquilar este maldito povo”.

- Na revista Al-Furqán, dirigida pelo sr. Yossuf Adamgy, edição nº 41, correspondente aos meses de Janeiro/Fevereiro de 1988. Nessa edição, pode ler-se este artigo assinado pelo Xeque Aminuddin Mohamad, que foi conselheiro espiritual da Comunidade Islâmica de Lisboa (presidida pelo banqueiro Abdul Karim Vakil) e que é, actualmente é um dos mais importantes líderes espirituais muçulmanos de Moçambique. Foi, aliás, nessa qualidade, que o referido Xeque lançou um boicote ao semanário Savana, por este ter publicado as famosas caricaturas dinamarquesas.

quinta-feira, 5 de junho de 2025

Como explicar esta diferença entre judeus e muçulmanos?

 


Até 2024, pelo menos 216 laureados com o Prémio Nobel eram judeus ou descendentes de judeus, representando cerca de 22% de todos os premiados desde 1901, apesar de os judeus constituírem apenas cerca de 0,2% da população mundial.

Em contraste, 16 muçulmanos receberam o Prémio Nobel até 2024, com mais da metade desses prémios atribuídos no século XXI. Os muçulmanos representam 24,3% da população mundial

 

domingo, 14 de junho de 2026

Judeus, muçulmanos e prémios Nobel

 


Até ao ano de 2025, pelo menos 220 galardoados com o Prémio Nobel são judeus ou têm descendência judaica (pelo menos um progenitor judeu). No âmbito global do prémio, o total acumulado de indivíduos e organizações premiados desde a sua criação, em 1901, cifra-se em 1.026 laureados. 
Isto significa que o grupo de laureados judeus ou de origem judaica representa cerca de 22% do total de prémios atribuídos individuais. A percentagem de judeus e os seus descendentes diretos representa cerca de 0,2% a 0,3% da população mundial. 
População Muçulmana e Prémios Nobel: 0,00000065% de 2 biliões de muçulmanos ganharam o prémio Nobel. Os muçulmanos representam aproximadamente 25% da população mundial. 

 

quinta-feira, 3 de julho de 2025

Comissão da Liberdade Religiosa apoia o islamismo mas esquece o anti-semitismo

 

* Ver Nota 

A Comissão da Liberdade Religiosa (CLR) em Portugal alertou esta quinta-feira, em comunicado enviado aos jornalistas, para sinais de “intolerância” perante algumas comunidades, sublinhando o direito à liberdade de culto.

“A CLR, consciente das suas obrigações de velar pelo cumprimento dos princípios constitucionais desta liberdade fundamental e preocupada com sinais de incompreensão, discriminação e intolerância que possam ter caminho na sociedade Portuguesa, continuará a analisar, em conjunto com as igrejas e comunidades religiosas radicadas a situação do seu efetivo exercício”, refere o organismo.

A nota adianta que, em breve, vai decorrer encontro destinado a “continuar a apreciação dos obstáculos e dificuldades que se têm colocado ou possam vir a colocar-se a esse exercício”.

A CLR decidiu, por voto unânime, aprovar “um voto de solidariedade para com a CIL (Comunidade Islâmica de Lisboa) pelas inaceitáveis, a vários títulos, agressões verbais” de que foi alvo o seu ímã, xeque David Munir, aquando da cerimónia em honra dos antigos combatentes, realizada no Dia de Portugal.

O comunicado aborda ainda intervenções e tomadas de posição ocorridas em várias zonas do país, “quer por parte de grupos de cidadãos, quer por parte de responsáveis autárquicos”, sobre a afetação de espaço a fins religiosos.

“Os planos municipais de ordenamento do território e demais instrumentos de planeamento territorial devem prever a afetação de espaços a fins religiosos”, in dica a Comissão, que recorda a obrigação de “assegurar, tanto quanto possível o efetivo exercício do direito ao culto, cumprindo os preceitos constitucionais e legais”.

A Conferência Episcopal Portuguesa tem como representantes na CLR o jurista Pedro Vaz Patto e a historiadora Rita Mendonça Leite.

O organismo consultivo do Governo, presidido por José Eduardo Vera Jardim, inclui representantes das várias confissões religiosas em Portugal e especialistas da sociedade civil.

A CLR tem funções de estudo, informação, parecer e proposta em todas as matérias relacionadas com a aplicação da Lei de Liberdade Religiosa (2001) em Portugal.

 * Nota: Em Portugal, já em 1988 a única revista islâmica portuguesa, a Al-Furqán, publicava um artigo afirmando que "os judeus propriamente ditos não são seres humanos." No mesmo artigo, fazia-se um rasgado elogio a Hitler: “Os judeus são inimigos de todos aqueles que não o são, e procuram fazer-lhes todo o mal possível. Talvez tenha sido por isso que Hitler quis aniquilar este maldito povo”. Como pormenor curioso, o autor do artigo era o xeque Aminuddin Mohamad, na altura conselheiro espiritual da Comunidade Islâmica de Lisboa."

A Comissão da Liberdade Religiosa tem um olhar enviezado, em relação a sinais de intolerância religiosa. O anti-semitismo puro e duro, que considera que os judeus não são seres humanos e publica essas afirmações, não parece preocupar essa Comissão. Interessante será saber se Esmael Loonat, o líder dos Tablighi Jamaat, um movimento islâmico fundamentalista, ainda faz parte da referida Comissão.

 


 

quinta-feira, 14 de agosto de 2025

Cardeal Patriarca de Lisboa advertiu portuguesas que casar com muçulmanos acarreta um "monte de sarilhos"

 

«Pensem duas vezes em casar com um muçulmano, é meter-se num monte de sarilhos». A organização muçulmana portuguesa Al Furqán acaba de publicar um livro que pretende esclarecer as declarações do Cardeal Patriarca de Lisboa sobre o casamento com muçulmanos, proferidas em Janeiro na Figueira da Foz, noticia a Lusa. «É um esclarecimento da comunidade muçulmana. É uma opinião para esclarecer e não para atacar o Cardeal», disse à agência Lusa Yiossuf Adamgy, director da Al Furqán e autor do livro «Muçulmanos esclarecem o cardeal D. José Policarpo».

«Acredito que vou receber uma nota do próprio cardeal a dizer-me que o esclarecimento foi útil», referiu o autor, que enviou um exemplar a D. José Policarpo. Numa tertúlia realizada a 13 de Janeiro na Figueira da Foz, o Cardeal Patriarca de Lisboa advertiu as jovens portuguesas que casar com muçulmanos acarreta um «monte de sarilhos que nem Alá sabe onde é que acabam».

A 18 de Fevereiro, o cardeal D. José Saraiva Martins voltou a falar no assunto, aconselhando «muita cautela e prudência» às mulheres católicas que pensem casar com muçulmanos. Ao optar por escrever um livro, o director da Al Furqán disse que foi de encontro «ao que o próprio Cardeal Patriarca disse, que os cristãos precisam de saber o bê-a-bá do Alcorão».

Destinado a muçulmanos e não-muçulmanos, o livro coloca lado a lado o que dizem a Bíblia e o Corão sobre a natureza feminina, o papel da mulher, o casamento, o uso de véu, a poligamia e o incesto. «As pessoas, crentes no Cristianismo ou no Islão, não têm oportunidade de ler devidamente o Alcorão e a Bíblia», opinou o autor, que espera que o livro ajude à compreensão do que é o Islamismo. «Cada um depois tira as ilações que quiser», disse.

Reforçando a ideia de abertura e diálogo entre as duas religiões em Portugal, Yiossuf Adamgy escreve no livro que, de facto, o casamento pode vir a ser «um monte de sarilhos», seja para católicos seja para muçulmanos, «sobretudo quando não há tolerância, paciência e bom senso». A Al Furqán é uma organização islâmica independente, fundada em 1981, que se dedica ao estudo e divulgação de estudos islâmicos em Portugal.
  

PS: Yiossuf Adamgy, o autor deste livro, era uma personalidade bem conhecida da comunidade islâmica portuguesa, na qualidade de editor de uma revista islâmica em língua portuguesa, a Ai-Furqán. Numa das edições dessa revista, em 1988 a única revista islâmica portuguesa, a Al-Furqán, publicava um artigo afirmando que "os judeus propriamente ditos não são seres humanos." No mesmo artigo, fazia-se um rasgado elogio a Hitler: “Os judeus são inimigos de todos aqueles que não o são, e procuram fazer-lhes todo o mal possível. Talvez tenha sido por isso que Hitler quis aniquilar este maldito povo”. Como pormenor curioso, o autor do artigo era o xeque Aminuddin Mohamad, na altura conselheiro espiritual da Comunidade Islâmica de Lisboa e tinha uma chamada de primeira página Al-Furqán: "Será que os judeus são dotados de humanidade?"

 


sábado, 19 de outubro de 2024

As prisões marroquinas devem ser muito duras: Fábio 'Cigano' aceita extradição para Portugal


Fábio Loureiro, conhecido como Fábio ‘Cigano’, um dos cinco reclusos que se evadiu da cadeia de Vale de Judeus, desistiu de se opor à extradição para Portugal, e aceita ser trazido de volta para o nosso país para cumprir o que resta da pena de 25 anos a que está condenado.

Num comunicado assinado pelo advogado, Lopes Guerreiro, Fábio Cigano explica que se reuniu esta sexta-feira com este e o advogado marroquino que lhe foi atribuído. Após ponderação pessoal, explica, desistiu de se manter em Marrocos, país onde foi capturado, no início deste mês, na cidade de Tânger.

O comunicado termina, referindo que já foi dada conta desta decisão às autoridades judiciárias marroquinas, e à Embaixada de Portugal em Rabat (capital daquele país), para que assim seja informado o Ministério da Justiça português.

Fábio Loureiro mostra-se, em suma "disponível para que se encetem as démarches necessárias" à sua extradição, revelando-se até mentalizado para responder judicialmente pela evasão da cadeia de Vale de Judeus.
Recorde-se que, até ao momento, Fábio Cigano é o único dos cinco reclusos que escaparam a 7 de setembro, de Vale de Judeus, que já foi recapturado.

sexta-feira, 28 de agosto de 2026

Comunidade Islâmica de Lisboa participa vídeo de Afonso Gonçalves às autoridades

 


A Comunidade Islâmica de Lisboa (CIL) revelou que foi apresentada uma participação junto das entidades competentes na sequência da divulgação de um vídeo nas redes sociais sobre um espaço de oração muçulmano em Ourém.

Num comunicado publicado nas suas redes sociais, a CIL manifesta preocupação com os comportamentos e declarações que, segundo a comunidade, ocorreram no interior do espaço de oração e anuncia ter enviado uma Nota de Repúdio às autoridades.

A organização considera particularmente preocupantes os comportamentos registados no local, nomeadamente aquilo que descreve como «desrespeito pelos tapetes utilizados para a oração» e pelo exemplar do Alcorão, bem como determinadas afirmações dirigidas à religião islâmica e à comunidade muçulmana.

A CIL não identifica no comunicado qualquer conclusão sobre a eventual ilegalidade do espaço e afirma que «não pretendemos substituir-nos às autoridades nem antecipar qualquer conclusão sobre a eventual responsabilidade jurídica dos intervenientes», afirma a CIL, acrescentando que «caberá às entidades competentes apreciar os factos e determinar, nos termos da lei, se existe alguma infração ou outra matéria que deva ser considerada».

A Comunidade Islâmica de Lisboa (CIL) revelou que foi apresentada uma participação junto das entidades competentes na sequência da divulgação de um vídeo nas redes sociais sobre um espaço de oração muçulmano em Ourém.

Num comunicado publicado nas suas redes sociais, a CIL manifesta preocupação com os comportamentos e declarações que, segundo a comunidade, ocorreram no interior do espaço de oração e anuncia ter enviado uma Nota de Repúdio às autoridades.

A organização considera particularmente preocupantes os comportamentos registados no local, nomeadamente aquilo que descreve como «desrespeito pelos tapetes utilizados para a oração» e pelo exemplar do Alcorão, bem como determinadas afirmações dirigidas à religião islâmica e à comunidade muçulmana.

Afonso Gonçalves garante que não pede desculpa

Afonso Gonçalves, autor do vídeo e que surge nas imagens do comunicado, embora com o rosto ocultado, já reagiu também nas redes sociais, afirmando que terá sido informado de que "a comunidade islâmica de  Lisboa fez um comunicado, nota de repúdio e queixa crime contra mim."

"Queria aproveitar a oportunidade para afirmar que eu não quero saber, não peço desculpa e estou-me nas tintas para a opinião da comunidade islâmica. A única comunidade que me importa é o povo Português."

PS: A indignação da Comunidade Islâmica de Lisboa não se manifestou quando, há um par de anos, a única revista portuguesa islâmica, a Al-Furqán, publicou um artigo a dizer que os judeus não eram seres humanos: "Os judeus propriamente ditos não são seres humanos." No mesmo artigo, fazia-se um rasgado elogio a Hitler: “Os judeus são inimigos de todos aqueles que não o são, e procuram fazer-lhes todo o mal possível. Talvez tenha sido por isso que Hitler quis aniquilar este maldito povo”. Como pormenor curioso, o autor do artigo era o xeque Aminuddin Mohamad, na altura conselheiro espiritual da Comunidade Islâmica de Lisboa.


 

 

quinta-feira, 23 de novembro de 2023

“Será que os judeus são dotados de humanidade?"

 “Será que os judeus são dotados de humanidade? (…) O judeu odeia toda a gente que não seja judeu (…) os judeus são inimigos de todos aqueles que não o são, e procuram fazer-lhes todo o mal possível. Talvez tenha sido por isso que Hitler quis aniquilar este maldito povo”.  Estas citações foram retiradas de um artigo publicado em 1988,  na revista  islâmica portuguesa Al-Furqán, dirigida por Yiossuf Adamgy. O artigo é da autoria do Xeque Aminuddin Mohamad, na altura conselheiro espiritual da Comunidade Islâmica de Lisboa (presidida pelo banqueiro Abdul Karim Vakil).

O referido director da Al-Furqán é responsável pela organização anual da Feira do Livro Islâmico, que se realiza todos os anos na Mesquita de Lisboa (onde pontifica o Xeque David Munir). Essa feira é uma oportunidade para adquirir obras de David Duke, norte-americano, neo-nazi, negacionista do Holocausto e partidário da supremacia branca. David Duke foi Presidente Nacional do European-American Unity and Right Organisation e dirigente do Ku-Klux-Klan.

As obras de David Duke à venda na Feira Islâmica do Livro foram publicadas pelo mesmo Yiossuf Adamgy, director da Al-Furqán. Exemplo de uma das publicações à disposição do público, nessa feira: "Como o Terrorismo Israelita e a Traição à América Causaram o Ataque de 11 de Setembro". David Duke foi também o fundador da "National Association for the Advancement of White People", uma organização racista e anti-semita.

Outras obras publicadas por David Duke: "The Hoax of the Twentieth Century" e Did Six Million Really Die? Vários opúsculos e excertos destas obras foram também publicadas por Yiossuf Adamgy e colocadas à venda na Feira do Livro Islâmico e na Mesquita de Lisboa.

Yiossuf Adamgy tem no seu curriculum a "Insígnia da Arábia Saudita", atribuída (em 1997) pelo primeiro Embaixador da Arábia Saudita em Portugal, Dr. Waheeb M. Al-Suhly, como "reconhecimento dos seus enormes esforços ao serviço dos Muçulmanos, tanto em Portugal como nos outros países de expressão portuguesa; pela sua defesa em prol da Temática Islâmica; pela sua constância em apresentar o Islão na sua forma pura e correcta e, finalmente, pelo seu contributo para o enriquecimento do Pensamento e da Cultura Islâmica"". 

 

terça-feira, 1 de setembro de 2026

Muçulmanos, integração e rejeição da sociedade ocidental

 

A melhor forma de conhecer alguns dos “novos portugueses”, designadamente os muçulmanos que hoje vivem entre nós e integram comunidades semelhantes às que se instalaram um pouco por toda a Europa, é conhecer os dados recolhidos sobre aquilo que pensam." - afirma o advogado João Pereira dos Santos, num dos textos que publicou recentemente, sobre a temática da inclusão dos muçulmanos na sociedade ocidental (e a quem peço desculpa por ter "roubado" os seus textos para o meu blogue - com a autoria devidamente identificada)

É algo com que estou de acordo - é preciso saber quem são aqueles que se instalam entre nós e, em muitos casos, têm valores e princípios completamente opostos aos nossos, bastando comparar os valores da religião muçulmana com o conteúdo da Constituição da República Portuguesa. Ou que constroem sistemas judiciais paralelos, onde se aplica a Sharia, a Lei Islâmica, numa flagrante violação dos princípios legais em que a nossa sociedade se estrutura. É o caso, aliás, do Tribunal Islâmico que funciona, há mais de 20 anos, na Mesquita de Lisboa, presidido pelo xeque David Munir.

Um episódio recente envolveu o líder da comunidade Bangladeshi em Portugal, Rana Taslim Uddin que, num discurso que reuniu vários outros dirigentes dessa comunidade, afirmou que “aqueles que encontraram aqui uma sociedade nova, aqueles que estão aqui presentes hoje, perguntam-me o que eu fiz para a sociedade. Irmãos, fi-lo para fazer o meu Deus feliz, não para a sociedade. Se Deus ficar feliz, ele trará uma solução para a sociedade e conduzirá esta sociedade para o caminho certo. Se não ficar feliz, então destruirá esta sociedade (*). Por isso tentamos agradar a Deus e ao mesmo tempo construir uma amizade com as pessoas desta sociedade.”

Em tempos que já lá vão - Junho de 2004 - publiquei um artigo no semanário "O Independente" intitulado "Radicalismo à venda na Mesquita de Lisboa". O tema principal do artigo tinha a ver com um grupo extremista, os Tablighi Jamaat, com uma presença crescente na comunidade islâmica portuguesa. Tive acesso, na altura, àquilo que era a "Bíblia" dos Tablighi Jamaat ("Faza'il - e - Amaal" / "As Virtudes das Acções")

Tratava-se essencialmente de uma colectânea de textos narrando as heróicas batalhas dos muçulmanos, nos primeiros tempos da sua implantação. A tradução para português era da responsabilidade do xeque David Munir e do xeque Daud Ismael. O  próprio imã da Mesquita de Lisboa, David Munir, aconselhou a sua leitura durante a habitual oração de sexta-feira. O último capítulo do livro "As Virtudes das Acções" que tem como título: “A Degradação Muçulmana e a sua Única Solução” apela a um “forte contra-ataque”, no intuito de recuperar o domínio do Islão sobre o mundo, dentro dos limites e das directrizes da “Shariah”

Para situar "ideologicamente" esse movimento, basta dizer que a própria Arábia Saudita baniu a organização do país, classificando-a como sendo "uma antecâmara do terror". O filho de Abdul Karim Vakil, presidente da Comunidade Islâmica de Lisboa, professor no King's College, alertou para o perigo dos Tablighi Jamaat, que já na altura constituíam a maioria da comunidade muçulmana portuguesa: 

"O grupo extremista Tabligh Jamaat 'representa, por um lado, e incontestavelmente, a força de maior dinamização do Islão entre os muçulmanos em Portugal. Por outro, o seu rigoroso tradicionalismo, traduzido na prescrição do próprio vestuário, na estrita separação entre os sexos, numa atitude de distanciamento em relação à sociedade exterior, representa, como já referi, um factor de ruptura na tendência histórica para a integração na atitude dos muçulmanos em Portugal", afirma Abdool Karim Vakil (filho) numa investigação intitulada “Do Outro ao Diverso – Islão e Muçulmanos em Portugal: história, discursos, identidades."

 A rejeição dos valores ocidentais, por parte dos Tabligh Jamaat, é revelada de forma clara num artigo publicado em 2001, na revista islâmica Al-Madinah, editada pela Comunidade Islâmica do Sul do Tejo. De acordo com esse artigo da revista Al-Madinah, "nas escolas comuns (...) torna-se impossível salvaguardar a fé. A solução disto passa pela criação de instituições islâmicas, onde as crianças possam crescer num ambiente islâmico" - sendo a Escola Islâmica de Palmela um exemplo pioneiro dessa estratégia.

No artigo que então publiquei n'O Independente", entre outros aspectos, destacava o extremismo da revista "Al-Furqán", uma revista islâmica portuguesa, que tinha publicado, em 1988, um artigo com chamada à primeira página intitulado: "Será que os judeus são dotados de humanidade?" Nas páginas do interior, o autor do artigo, xeque Aminuddin Mohamad, na altura conselheiro espiritual da Comunidade Islâmica de Lisboa,  escrevia que "os judeus propriamente ditos não são seres humanos." O artigo terminava com um rasgado elogio a Hitler: “Os judeus são inimigos de todos aqueles que não o são, e procuram fazer-lhes todo o mal possível. Talvez tenha sido por isso que Hitler quis aniquilar este maldito povo”.

Os Tabligh Jamaat são os responsáveis pela organização anual do maior encontro de muçulmanos, depois da peregrinação a Meca. Cerca de quatro milhões de elementos reúnem-se na cidade paquistanesa de Raiwind, havendo encontros semelhantes e de dimensão idêntica no Bangladesh e na Índia. 

O movimento islâmico Tabligh Jamaat também reúne anualmente na Mesquita de Lisboa, num encontro internacional que decorre num ambiente aparentemente calma e descontraído, de acordo com Lusa. Para além do líder do movimento, Esmael Loonat, vários responsáveis da Comunidade Islâmica do Sul do Tejo e da Escola Islâmica de Palmela são membros do movimento.

Para além da Arábia Saudita, mais de uma dezena de países baniram os Tablih Jamaat: Iran, Uzbekistan, Tajikistan and Kazakhstan, Russia. Além desses países, outros situados na Ásia Central também tomaram a mesma decisão, por discordarem da posição puritânica e do extremismo desse movimento: Uzbekistão, Tajikistão and Kazakhstão.

(*) - Tradução de Jayanti Dutta, docente e investigadora do Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias (CLEPUL) da Universidade de Lisboa, divulgada pelo programa de televisão "Polígrafo", em relação ao que foi afirmado por Rana Taslim Uddin naquela intervenção:

“Aqueles que encontraram aqui uma sociedade nova, aqueles que estão aqui presentes hoje, perguntam-me o que eu fiz para a sociedade. Irmãos, fi-lo para fazer o meu Deus feliz, não para a sociedade. Se Deus ficar feliz, ele trará uma solução para a sociedade e conduzirá esta sociedade para o caminho certo. Se não ficar feliz, então destruirá esta sociedade. Por isso tentamos agradar a Deus e ao mesmo tempo construir uma amizade com as pessoas desta sociedade.”

 

 

quarta-feira, 8 de outubro de 2025

Dois grupos terroristas nacionais apoiantes do Hamas e defensores do extermínio dos judeus, à boa maneira de Hitler


Dois gupos terroristas em Portugal, defensores do Hamas:
 
"Coletivo pela Libertação da Palestina" (Facebook - https://www.facebook.com/profile.php?id=61569842186478&sk=mentions
 
"Guilhotina.info ("7 de Outubro: Glória aos mártires da resistência palestiniana!") https://guilhotina.info/2025/10/06/7outubro-gloria-martires/
 
Ambos são apoiantes do Hamas e partidários do extermínio dos judeus
 
Já  visitei as duas páginas (depois de "denunciarem" a Sofia Ferreira como autora) e são páginas de dois grupos activos, com muitas imagens das suas "ações" e dos seus "ataques" - todos cobardemente feitos aqui, em Portugal, onde não correm nenhum risco de apanhar umas cacetadas, muito menos um balázio. Fossem homens (e mulheres) a sério, estavam agora em Gaza com uma Kalashnikov ou uma M-16 na mão, a mostrar que não são uns "betinhos" tipo "Esquerda-Caviar" como a Mortágua. Essa, pelo menos, deixou-se prender pelos israelitas. Vocês nem tiveram coragem para isso. Vai umas manif's. seguidas de umas "jolas" e uma "pedra" ( ou "pipoca", como alguns agarrados lhe chamam) e ficam satisfeitos. Depois, voltam para casa dos papás, com o coração cheio pela interminável luta que travam, nas ruas do Bairro Alto, pela causa (?) palestiniana. 
 

terça-feira, 12 de maio de 2026

Adolf Eichmann: A banalidade do mal e os terroristas do Hamas

 


Adolf Eichmann, um nazista alta e um dos arquitetos do Holocausto, fugiu para a América do Sul após a Segunda Guerra Mundial.

Em 1962, ele foi capturado e levado a Israel para julgamento.
Durante o processo, a acusação trouxe sobreviventes de campos de morte nazis para testemunhar contra ele.
Um deles, Yehiel Dinur, entrou no tribunal e ficou cara a cara com Eichmann, que estava sentado em uma caixa de vidro. No momento em que Dinur o viu, ele desmaiou no chão, tremendo e soluçando incontrolavelmente.
 
Anos mais tarde, numa entrevista ao 60 Minutes, o jornalista Mike Wallace perguntou a Dinur se a sua reação tinha sido causada por memórias traumáticas dos campos de concentração. "Não", respondeu Dinur. "Não foram as memórias que me fizeram colapsar. Foi a percepção de que Eichmann não era um demónio. Ele era um homem comum. Hannah Arendt, jornalista do The New Yorker, assistiu ao julgamento de Eichmann e mais tarde escreveu sobre isso. Ela notou que Eichmann não era um psicopata, não um homem que ardia com ódio sádico. Ele era comum.
 
Foi isso que o tornou tão assustador. Ele era um homem que seguia ordens, que fazia o seu trabalho, que justificava os horrores em que participava sem nunca questioná-los.
Todos os seres humanos têm a capacidade para o mal. Todos nós temos dentro de nós a capacidade de justificar horrores indescritíveis se as condições forem certas.
A questão não é se somos capazes do mal, mas o que nos impede de comete-lo?
A maioria das religiões contém a maldade humana. Eles estabelecem limites morais, condenando atos de violência, injustiça e crueldade.
 
O Cristianismo ordena aos seus seguidores que amem os seus inimigos, perdoem aqueles que os prejudicam e recusem a vingança. O judaísmo, apesar de sua história de perseguição, nunca formou uma doutrina que comandasse a conquista global ou o extermínio de não-judeus. O Islão, no entanto, faz o oposto.
 
Quando um lutador do ISIS decapita um prisioneiro, ele não está agindo fora dos ensinamentos da sua fé. Ele está seguindo o exemplo de Maomé, que supervisionou pessoalmente a decapitação de centenas de homens judeus em Medina. Quando os terroristas do Hamas massacram famílias israelenses, não estão traindo o Islã, estão cumprindo a doutrina da jihad, que comanda a guerra contra não-muçulmanos até que o Islã domine o mundo.
 
Ao contrário do cristianismo, que pede auto-sacrifício, o Islã pede sacrifício aos outros. Ao contrário do judaísmo, que se concentra em preservar o seu próprio povo, o Islã comanda a subjugação ou destruição de todos os que o rejeitam.
Todos nós temos potencial para o mal. Mas a diferença entre uma pessoa que comete atrocidades e aquela que não comete é o sistema de crenças que as molda.
Um cristão que comete assassinato está violando sua fé. Um muçulmano que mata um apóstata está cumprindo o dele.
 
Um budista que faz guerra está indo contra os ensinamentos da sua religião. Um jihadista que massacra incrédulos está a fazer exatamente o que a sua religião manda. Os nazis não cometeram genocídio porque nasceram diferentes de nós. Fizeram-no porque foram doutrinados numa ideologia que justificou assassinato em massa. O mesmo acontece com todos os terroristas do Hamas, todos os bombistas suicidas, todos os militantes do ISIS.
 
A fé deles diz-lhes que as suas vítimas não são inocentes, não humanas, não dignas de misericórdia. E assim, eles matam sem hesitar. A realidade é que o Islão é a única grande religião que comanda ativamente as atrocidades que tememos. É a única fé onde o genocídio, a subjugação e a violência não são acidentes históricos, mas mandamentos divinos. É um erro pensar que o Islão é apenas outra religião, em vez da ideologia mais perigosa que o mundo já conheceu.
 
in House of Common Sense 
 

terça-feira, 28 de janeiro de 2025

Os valores do Xeque Munir e da Ana Catarina Mendes

 


"Gostava de chegar ao dia em que os meus alunos escrevessem da direita para a esquerda em Português", conta o Sheikh David Munir, numa entrevista a um site de alunos portugueses de árabe. Ou seja, o Xeque Munir quer que os alunos portugueses deixem de escrever a sua língua da esquerda para a direita e passem a escrever como o fazem os muçulmanos. Porquê? Porque é que o Xeque Munir quer que os jovens portugueses adoptem práticas que não fazem parte dos seus valores?

Porque Diabo quer o Xeque Munir que os seus alunos portugueses passem a escrever - em língua portuguesa! - da direita para a esquerda?

E que mais quer o Xeque Munir (esse lobo com pele de cordeiro) alterar? Mudar o Código Penal, para que não entre em contradição com a Sharia e sejam revogados os artigos que punem a violência doméstica? 

Obrigar os judeus a usar uma estrela amarela? Não seria de espantar, quando a única revista portuguesa islâmica publica um artigo (em 1988) onde o conselheiro espiritual da Comunidade Islâmica de Lisboa conclui que "os judeus propriamente ditos não são seres humanos".


É preciso não esquecer que há mais de dez anos que funciona um tribunal islâmico na mesquita de Lisboa, onde se emitem "sentenças" baseadas na Sharia, que são pura e simplesmente uma violação das leis portuguesas.

Um dos "valores" do Xeque Munir é exactamente esse: a mulher tem uma posição inferior ao homem. Por isso é que, num caso julgado no seu tribunal islâmico, o Xeque Munir referiu a sentença, aos jornalistas do Público que o entrevistaram, esclarecendo, num processo de herança que o homem tinha direito a 2/3 e a mulher a 1/3 porque o homem tinha a responsabilidade de sustentar a família. A mulher também pode levar uma surra do marido, sem ter que se queixar. O Alcorão assim o autoriza.

E será que a Ana Catarina Mendes - que eu não sei se é casada ou não - considerará que a proibição de o marido bater na mulher é um "valor" da sociedade portuguesa.? Ou se a igualdade, na partição dos bens resultantes de uma herança é, obrigatória. Isso está no Código Civil. Mas, se calhar, a deputada Ana Catarina Mendes também quer alterar o Código Civil. Para ela, aparentemente, não há valores portugueses. Eu considero que há. A referida dirigente socialista diz que Pedro Nuno Santos fez uma "aproximação à direita". Eu diria que fez uma aproximação ao bom-senso.