domingo, 10 de agosto de 2025

Failed integration and the fall of multiculturalism

 

For decades, the debate in Denmark around  problems with mass immigration was stuck in a self-loathing blame game of "failed integration". That somehow, if the Danes had just tried harder, been less prejudice, offered more opportunities, the many foreigners with radically different cultures would have been able to integrate successfully. If not in the first generation, then the second. For much of this time, I thought that was a reasonable thesis. But reality has proved it wrong.

If literally every country in Europe has struggled in the same ways, and for decades on end, to produce the fabled "successful integration", it's not a compelling explanation that it's just because the Danes, Swedes, Norweigans, Germans, French, Brits, or Belgians just didn't try hard enough. It's that the mission, on the grand and statistical scale, was impossible in many cases.

As Thomas Sowell tells us, this is because there are no solutions to intractable, hard problems like cultural integration between wildly different ways of living. Only trade offs. Many of which are unfavorable to all parties.

But by the same token, just because the overall project of integrating many of the most divergent cultures from mass immigrations has failed, there are many individual cases of great success. Much of the Danish press, for example, has for years propped up the hope of broad integration success by sharing hopeful, heartwarming stories of highly successful integration. And you love to see it.

Heartwarming anecdotes don't settle trade offs, though. They don't prove a solution or offer a conclusion either.

I think the conclusion at this point is clear. First, cultural integration, let alone assimilation, is incredibly difficult. The more divergent the cultures, the more difficult the integration. And for some combinations, it's outright impossible.

Second, the compromise of multiculturalism has been an abject failure in Europe. Allowing parallel cultures to underpin parallel societies is poison for the national unity and trust.

Which brings us to another bad social thesis from the last thirty-some years: That national unity, character, and belonging not only isn't important, but actively harmful. That national pride in history, traditions, and culture is primarily an engine of bigotry.

What a tragic thesis with catastrophic consequences.

But at this point, there's a lot of political capital invested into all these bad ideas. In sticking with the tired blame game. Thinking that what hasn't worked for fifty years will surely start working if we give it five more. 

Now, I actually have a nostalgic appreciation for the beautiful ideals behind such hope for humanity, but I also think that at this point it is as delusional as it is dangerous.

And I think it's directly responsible for the rise of so-called populist movements all over Europe. They're directly downstream from the original theses of success in cultural integration going through just-try-harder efforts as well as the multicultural compromise. A pair of ideas that had buy-in across much of the European board until reality simply became too intolerable for too many who had to live with the consequences.

Such widespread realization doesn't automatically correct the course of a societal ship that's been sailing in the wrong direction for decades, of course. The playbook that took DEI and wokeness to blitzkrieg success in the States, by labeling any dissent to those ideologies racist or bigoted, have also worked to hold the line on the question of mass immigration in Europe until very recently. 

But I think the line is breaking in Europe, just as it recently did in America. The old accusations have finally lost their power from years of excessive use, and suppressing the reality that many people can see with their own eyes is getting harder.

I completely understand why that makes people anxious, though. History is full of examples of combative nationalism leading us to dark edges. And, especially in Germany, I can understand the historical hesitation when there's even a hint of something that sounds like what they heard in the 30s.

But you can hold both considerations in your head at the same time without losing your wits. Mass immigration to Europe has been a failure, and the old thesis of naive hope has to get replaced by a new strategy that deals with reality. AND that not all proposed fixes by those who diagnosed the situation early are either sound or palatable.

World history is full of people who've had the correct diagnosis but a terrible prescription. And I think it's fair to say that it's not even obvious what the right prescription is at this point!

Vibrant, strong societies surely benefit from some degree of immigration. Especially from culturally-compatible regions based on national and economic benefit. But whatever the specific trade-offs taken from here, it seems clear that for much of Europe, they're going to look radically different than they've done in the past three decades or so.

Best get started then

Imigração: Portugal terá 10,6 milhões de imigrantes em 2035

 


O Tribunal Constitucional alegou, na argumentação para chumbar a nova Lei dos Estrangeiros, que os imigrantes têm direito a ter família, através do reagrupamento familiar. Mas para isso, de acordo com a actual lei têm de provar que têm habitação adequada para o agregado familiar que pretendem trazer para Portugal. Também têm que provar um rendimento mínimo de 1.350 euros. Há centenas de milhar de famílias portuguesas que não conseguem atingir estes "mínimos".

Como é que os 10 mil imigrantes(*), a ganhar o ordenado mínimo nacional, podem declarar que cumprem estas duas condições? Falsificando-as, claro. Graças à "boa intenção" dos juízes do Tribunal Constitucional e do Presidente da República- os grandes pirómanos da imigração, em Portugal - a nova Lei dos Estrangeiros foi ao ar. 

(*) Segundo a AIMA, estão a ser processados, com carácter de urgência, os pedidos de reagrupamento familiar de 10 mil pessoas. Entre 2017 e 2024, o número de imigrantes em Portugal aumentou 19%, em termos de média anual. Se estes valores continuarem a verificar-se, em 2035 Portugal terá 10,6 milhões de imigrantes.  

Um presidente sem espinha, sem orgulho e sem sentido de estado

 

 

Marcelo Rebelo de Sousa, vergonhosamente ajoelhado, numa visita à mesquita de Lisboa. A atitude do Presidente da República é difícil de classificar. Do seu lado esquerdo vemos o lobo em pele de cordeiro, o xeque Munir. 

Nunca vimos uma visita do xeque Munir a uma igreja, o que nos traria uma prova insofismável de que o ecumenismo não dá só para um lado. A isto chama-se, em português, cobardia. 

Em árabe, designa-se por Dhimmi, a submissão dos não muçulmanos, mediante o pagamento de uma taxa. Desta forma, os muçulmanos poupavam a vida aos cristãos e judeus, que, no entanto viviam com direitos cerceados, reduzidos em relação aos muçulmanos.

Never saw young muslim children doing the same in a church..

 


sábado, 9 de agosto de 2025

Lei de estrangeiros: vice-presidente do TC sugere que decisão baseou-se em convicções pessoais

 

Também outros votos de vencido de magistrados dão a entender que houve maior ponderação política do que jurídica na decisão de considerar normas inconstitucionais. 

O vice-presidente do Tribunal Constitucional (TC) criticou esta sexta-feira, 8 de agosto, a declaração de inconstitucionalidade da lei de estrangeiros, considerando que as medidas do decreto são “perfeitamente razoáveis”, e sugeriu que a decisão baseou-se em convicções pessoais.

Numa declaração de voto conjunta anexa ao acórdão do TC que declarou inconstitucional cinco normas da lei de estrangeiros, o vice-presidente do tribunal, Gonçalo Almeida Ribeiro, e o juiz conselheiro José António Teles Pereira dizem ter discordado dessa decisão.

Para os dois juízes, apesar de algumas das normas constantes no decreto “serem polémicas e discutíveis”, são “perfeitamente razoáveis e legítimas”, constituindo “uma expressão normal da arbitragem democrática do dissenso político”.

“A legislação numa democracia constitucional não deve ser produto de uma transação entre as preferências políticas da maioria parlamentar e da maioria dos membros da jurisdição constitucional, mas um exercício de liberdade programática limitado pelo respeito pelos direitos fundamentais e princípios estruturantes de uma república de pessoas livres e iguais”, defendem.

Gonçalo Almeida Ribeiro e José António Teles Pereira consideram que, “para que um juízo constitucional informado por valores tão abstratos e elásticos se revele um exemplo de razão jurídica, em vez de uma escolha ideológica, deve satisfazer um ónus exigente de fundamentação”, considerando que isso não se verificou nos argumentos do acórdão hoje divulgado.

Os dois juízes reconhecem que as opções do legislador relativamente ao direito dos estrangeiros deve “merecer um escrutínio severo ou um controlo intensificado por parte do juiz constitucional”.

“Só que um escrutínio judicial intenso não pode ser um pretexto para os juízes transportarem para o plano constitucional as convicções que legitimamente têm enquanto cidadãos – violando a igualdade democrática –, antes constituindo-os num dever acrescido de se inteirarem dos factos pertinentes, examinarem os textos aplicáveis, consultarem doutrina autorizada e articularem argumentos consistentes, cuidadosos, ponderados e persuasivos”, referem.

Gonçalo Almeida Ribeiro e José António Teles Pereira reconhecem que isso não é “verdadeiramente viável” neste caso, uma vez que o Presidente da República pediu que o TC se pronunciasse em 15 dias, mas frisam que, perante a urgência desse pedido, “o melhor que se poderia fazer, com sentido de responsabilidade institucional, seria procurar respaldo noutras jurisdições”, como o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos ou o Tribunal de Justiça da União Europeia.

“Em vez disso, profere-se um acórdão em que se fazem exigências constitucionais inéditas e se desenha o esboço de um caderno de encargos”, criticam.

À semelhança de Gonçalo Almeida Ribeiro e José António Teles Pereira, a juíza conselheira Maria Benedita Urbano também discordou da decisão da maioria relativamente à declaração de inconstitucionalidade das cinco normas.

Numa declaração de voto, a juíza considera que o chumbo do diploma “tem como consequência a manutenção de uma política de fronteiras abertas” e a decisão “mostrar-se alheada (ou não tem na devida consideração)” a “realidade socioeconómica atual do país, com setores vitais, como a saúde, a habitação e o ensino, em risco de colapsar”.

“Basta viver em Portugal e ter em atenção e, mais do que isso, sentir a realidade que nos rodeia para ter a certeza de que a situação catastrófica que presentemente presenciamos no nosso país, não entra na categoria das ‘fake news’”, aponta.

(Continua

 

 

Um "Google Gemini" politicamente correcto, em matéria de atentados suicidas islâmicos

 

 

Questionado sobre o número de atentados suicidas e mortos e feridos, na Europa, o "Google Gemini" deu uma resposta inaceitável:

Compilar estatísticas precisas sobre o número de atentados suicidas, mortos e feridos na Europa nos últimos 20 anos é complexo, pois os dados variam entre as diferentes bases de dados e relatórios. No entanto, é possível fornecer uma visão geral com base em informações de fontes como o Parlamento Europeu, a Global Terrorism Database e outros relatórios de segurança.

    Número de Atentados Suicidas: Enquanto a frequência de atentados suicidas aumentou drasticamente a nível global, a Europa continua a ser palco de um número relativamente pequeno de incidentes comparativamente a outras regiões, como o Médio Oriente e o Sul da Ásia. O Global Terrorism Index e relatórios da EUROPOL mostram que, embora os atentados jihadistas sejam frequentemente os mais mortais, a maioria dos ataques terroristas na UE é de natureza separatista.

    Vítimas Mortais e Feridos: Os atentados suicidas e outros grandes ataques terroristas na Europa desde o início do século XXI resultaram em centenas de mortos e milhares de feridos. Os incidentes mais notórios incluem:
        Atentados de Madrid (2004): Embora não tenha sido um ataque suicida, foi um dos mais mortais em solo europeu, resultando em 193 mortos e cerca de 2.000 feridos.
        Atentados de Londres (2005): Atentados suicidas no sistema de transportes públicos, que resultaram em 52 mortos (excluindo os bombistas) e mais de 700 feridos.
        Atentados de Paris (novembro de 2015): Uma série de ataques coordenados, incluindo bombistas suicidas, que causaram 130 mortos e mais de 350 feridos.
        Atentados de Bruxelas (2016): Atentados suicidas no aeroporto e numa estação de metro, que resultaram em 32 mortos e mais de 300 feridos.
        Atentado de Manchester (2017): Um bombista suicida num concerto, que matou 22 pessoas (excluindo o bombista) e feriu centenas. 

OS BÁRBAROS QUE A ESQUERDA CONVIDA PARA JANTAR

 

Há quase 30 anos, Samuel Huntington apontava aquilo que poucos quiseram ver e que muitos continuam hoje a negar: o mundo não se organiza em torno de ideologias, nem sequer de geografias, mas de civilizações. E entre essas civilizações, a islâmica destaca-se pela persistente propensão ao conflito. Do Líbano a Xinjiang, de Gaza  à Caxemira, da Bósnia ao Darfur, o padrão repete-se com teimosia homicida.
O islamismo é o sintoma e o mecanismo. 

Uma ideologia totalitária com roupagem religiosa, uma teocracia aspiracional que sonha com um califado planetário. Não, não se trata de uma religião como as outras. E não, não se trata de um punhado de radicais a desvirtuar uma fé pacífica. 
O islamismo é o corpo doutrinário que transforma a submissão (literalmente: Islão) num imperativo civilizacional. Um sistema fechado que regula tudo, da forma como se reza ao modo como se apedrejam mulheres.

É totalitário como o nazismo e o comunismo, mas mais resiliente porque se escuda na imunidade religiosa e se alimenta de uma demografia em expansão. A sua visão do mundo é binária: o dar-al-Islam (terra do Islão) e o dar-al-Harb (terra da guerra). Está tudo dito.
Perante isto, a Europa afaga-lhe a barba. E entrega-lhe as chaves de casa. Comissão Europeia, universidades, sindicatos, ONGs, partidos e parlamentos: todos dobrados perante a nova religião de Estado, o multiculturalismo.  O Professor Marcelo faz mais uma selfie e proclama beatitudes enquanto come um gelado.

O Dr Rui Moreira quer fazer mesquitas no Porto. O Dr Moedas, diz decreta terras do dar al islam em Lisboa, proibindo porco no espeto e símbolos cristãos. É assim que se formam os "Londonistões", os "Saint-Denisistãos", e, brevemente, os "Lisboastões". 
A esquerda lunática é ainda pior:  incapaz de distinguir entre o explorador burguês e um decapitador salafista, descobriu no islamismo um aliado táctico. Ambos odeiam Israel, os EUA, a civilização ocidental. Ambos odeiam a liberdade. Entendem-se.
George Galloway, figura grotesca da extrema-esquerda britânica, confessou sem pejo: "os muçulmanos e os progressistas têm os mesmos inimigos". Pois têm. 

Bora lá fazer atentados suicidas, impõr burqas e enforcar sexualidades alternativas  em nome do combate intersseccional ao heteropatriarcado ocidental. O que se passou no massacre em Israel, foi apenas o exemplo mais gritante da lógica islamista em acção: matar judeus, filmar, glorificar, repetir. E como reagiu o Ocidente? Marchas em Paris e Lisboa, a gritar "Palestina livre do rio ao mar". Reitores de Harvard e da Penn a encanar a perna á rã perante o antissemitismo. ONGs a acusar Israel de genocídio por se defender. Jornais a relativizar tudo. É o novo obscurantismo com Wi-Fi. E não se pense que isto é ignorância. É conivência. 

A esquerda acordou um monstro e agora sonha que ele a poupará. Não poupará. Vai devorá-la depois de devorar os judeus, os cristãos, os homossexuais, as mulheres livres, os cartoonistas, os professores e os que pensam. E tudo isto com a bênção idiota dos bem-pensantes.
Como escreveu Bernard Lewis, a Europa tem apenas uma escolha: uma Europa islamizada ou um Islão europeizado. Mas a segunda exige convicção, lucidez e coragem. Tudo o que os nossos dirigentes não têm. Até lá, o velho continente continua a marchar alegremente para a fogueira, enquanto canta hinos antissemitismo e acena bandeiras da Palestina.
Que Huntington descanse em paz. Nós, se nada mudar, não teremos esse luxo.

Roubado a José António Rodrigues Carmo 

Private tutor molested Muslim girls as young as eight while he taught them about the Koran

 

Detective Constable Alex Dodd, from Greater Manchester Police (GMP) said: 'All five victims were young Muslim girls from good families, abused by a person in a position of trust and silenced through fear of getting in trouble or being blamed for the abuse.

'Iqbal befriended families and used the good reputation of a community to hide behind his sordid sexual agenda.

'Securing justice for these victims is a positive outcome for Rochdale's complex safeguarding team.

'The multi-agency work we do in Rochdale is a collaborative force for good.

'It involves GMP officers, children's services, youth workers, social workers, health professionals, housing officers and public protection services, all working together to investigate child sexual exploitation (CSE), safeguard victims, uncover the truth and bring offenders to justice.

'I would like to recognise and thank all five victims and their families for their determination during the lengthy investigation and four-week trial, which was a distressing process for them.

'We encourage anyone who feels they may have been subjected to Mr Iqbal's behaviour to come forward and report it on 101 quoting Operation Ganister.'

As well as being jailed Iqbal will be subject to an indefinite sexual harm prevention order and restraining orders for his victims and their families.