sábado, 4 de outubro de 2025

Barómetro DN/Aximage: Chega ultrapassa AD e fica à frente das intenções de voto pela primeira vez

 


Partido de André Ventura atinge máximo histórico (26,8%) e passa para a liderança, com recuo da AD (25,9%), que está no poder. Em terceiro fica o PS (23,6%), também dentro da margem de erro.

O Chega lidera as intenções de voto no Barómetro DN/Aximage de setembro, o que sucede pela primeira vez nestes estudos de opinião, ou em quaisquer outras sondagens dos principais institutos nacionais. Após a distribuição dos 4,9% que disseram estar indecisos, o partido de André Ventura tem o apoio de 26,8% dos inquiridos, ultrapassando a AD (25,9%), que venceu as legislativas de 18 de maio e governa o país, e o PS (23,6%), com os pilares do processo de tripartidarismo em curso num empate técnico, já que ficam dentro da margem de erro de 4,1%, decorrente das 570 entrevistas feitas entre 2 e 5 de setembro.

Barómetro DN/Aximage tem liderança inédita nas intenções de voto.

Para essa inédita liderança do Chega, quatro pontos percentuais acima do resultado legislativo - e com mais oito do que no barómetro de maio, antes das eleições -, contribuiu o nivelamento do apoio nas diferentes regiões nacionais, com o melhor resultado na Área Metropolitana de Lisboa (31,9%) e o pior na do Porto (19,5%), o que ganha relevância a um mês das eleições autárquicas, das quais Ventura quer retirar leitura nacional, com a candidatura de quase todos os deputados e a sua omnipresença nos cartazes eleitorais.

O máximo histórico do Chega em sondagens também decorre de encurtar o fosso entre eleitorado masculino (29,3%) e feminino (24,2%), e de duplicar as intenções de voto entre quem tem acima de 50 anos e rendimentos mais elevados, ao mesmo tempo que reforça a liderança nos mais jovens e mais pobres. Na Classe D, os seus 36% superam a soma dos que optam pela AD (15,8%) e pelo PS (19,5%).

Para a AD, que nesta edição do Barómetro DN/Aximage, com entrevistas realizadas entre 2 e 5 de setembro, recua quase seis pontos em relação às legislativas, restam algumas compensações. Desde já, a coligação formada pelo PSD e CDS lidera no voto feminino (27,6%), entre os mais ricos, da Classe A/B (28,8%), e nos que têm entre 50 e 64 anos (33%). E a existência de bastiões que resistem melhor a uma viragem ainda mais à direita: Área Metropolitana do Porto (33,1%) e Centro (32,1%).

Já o PS, mesmo ligeiramente acima do resultado eleitoral que levou à demissão de Pedro Nuno Santos, tem pouco mais para celebrar do que a manutenção da liderança no Sul e Ilhas (34,5%) e da vantagem sobre a AD na Área Metropolitana de Lisboa (23,9%-22,2%), ainda que com uns e outros agora a larga distância do Chega. O resultado só não é pior para os socialistas graças aos eleitores mais velhos, contando com 37,4% dos inquiridos que têm 65 anos ou mais, contra 26,4% para a AD e 17,9% para o Chega.

A uma enorme distância aparecem os restantes partidos, com o Livre (6,5%) a suplantar a Iniciativa Liberal (6,2%), agora liderada por Mariana Leitão, e os demais sem grandes perspetivas de recuperação na improvável eventualidade de uma nova ida a eleições para a Assembleia da República: CDU (3,1%), Bloco de Esquerda (2,4%) e PAN (1,7%).

Confiança em Montenegro

Tal como as intenções de voto na AD, a confiança em Luís Montenegro para ser primeiro-ministro também recua, com menos oito pontos percentuais do que na edição do Barómetro DN/Aximage de maio. Mas o líder social-democrata não deixa de ser o preferido, apontado por 28%, com a novidade de que, pela primeira vez, André Ventura aparece como hipótese de resposta, obtendo 24%. Só depois vem José Luís Carneiro, escolhido por 20% dos inquiridos, tantos quanto os que indicam não confiar em nenhum dos três líderes partidários para liderar o Governo.

Em maio, ainda sem o presidente do Chega como uma das opções, Luís Montenegro recolhia 36% das respostas e Pedro Nuno Santos tinha 29%. André Ventura consegue ter o Chega à frente de uma sondagem pela primeira vez.

Leonardo Ralha 

FICHA TÉCNICA
Objetivo do Estudo: Sondagem de opinião realizada pela Aximage - Comunicação e Imagem Lda, para o DN sobre intenção de voto legislativo e temas da atualidade política.
Universo: Indivíduos maiores de 18 anos residentes em Portugal.
Amostra: Amostragem por quotas, obtida a partir de uma matriz cruzando sexo, idade e região (NUTSII), a partir do universo conhecido, reequilibrada por género (2), grupo etário (4) e região (4), A amostra consiste em 570 entrevistas realizadas em CAWI; 273 homens e 297 mulheres, 131 entre os 18 e os 34 anos, 155 entre os 35 e os 49 anos, 155 entre os 50 e os 64 anos e 129 para os 65 e mais anos; Norte 205, Centro 123, Sul e Ilhas 92, Area Metropolitana de Lisboa 150.
Técnica: Aplicação online - CAWI (Computer Assisted Web Interviewing) - de um questionário estruturado, devidamente adaptado ao suporte utilizado, a um painel de indivíduos que preenchem as quotas pré-determinadas. O trabalho de campo decorreu entre 2 e 5 de setembro de 2025. Taxa de resposta: 85,59%.
Margem de erro: O erro máximo de amostragem deste estudo, para um intervalo de confiança de 95%, é de + ou - 4,1%.
Responsabilidade do estudo: Aximage - Comunicação e Imagem Lda, sob a direção técnica de Ana Carla Basílio. 
 

"Pula (branco) mete nojo", um verso da música "Portukkkal é um erro" do "General D"

Foi o pioneiro do rap em Portugal. Também foi um racista extremado. Agora, vive em Londres, onde gosta de ver paquistaneses e indianos que têm as lojas abertas às duas, três da manhã. Continua a desprezar Portugal. Que fique por lá e por muito tempo. Não faz cá falta.

"Se começar a dividir uma nação em vários sistemas jurídicos étnicos e tribais, deixará de ter uma nação unificada. Este é mais um exemplo do multiculturalismo a correr mal – e muito mal. Como Margaret Thatcher disse em 2002: 'Acolhemos aqueles que nos odiavam, tolerámos aqueles que nos ameaçavam e fomos indulgentes com aqueles que nos enfraqueciam.'" 

Manifestantes ocupam estação do Rossio e entram em confronto com apolícia

 


Ambiente é de tensão na principal estação de comboios da capital portuguesa.

Polícia de choque na estação do Rossio, manifestantes barricados em comboios

A polícia de choque está a tentar desmobilizar uma manifestação na estação do Rossio, em Lisboa. Dezenas de manifestantes de apoio a Gaza tomaram a estação esta tarde após terem percorrido as ruas de Lisboa.

Por volta das 18h20, os manifestantes começaram a dirigir-se para a estação apesar de já não terem, neste local, autorização para a realizar e sentaram-se no chão.

Pelo menos 14 elementos da Brigada de Interveção da PSP, segundo a Lusa, perfilaram-se no acesso às plataformas, para evitar a ocupação das linhas de comboio.

Os manifestantes no local gritaram "Free, free Palestine, stop the genocide", em frente aos portões de acesso aos comboios na estação do Terminal do Rossio, em Lisboa como mostram imagens captadas pela SIC.


A presença da Brigada de Intervenção foi requerida pelo chefe dos elementos da PSP que se deslocaram à estação, e confirmada pelo próprio à agência Lusa.

Antes da chegada dos elementos da Brigada, um manifestante foi atirado ao solo por um agente da PSP, para evitar que forçasse a entrada nos terminais de comboio.

"Israel é um estado assassino, viva a luta do povo palestiniano", ouve-se em uníssono na Estação do Rossio, juntamente com palmas e assobios ao som de tambores, assim como a palavra de ordem "O povo unido jamais será vencido".
Mais de três mil pessoas juntaram-se em Lisboa e houve provocações

Mais de três mil pessoas juntaram-se este sábado na manifestação a favor dos detidos da Flotilha Global Sumud, que percorreu Lisboa, entre as praças do Martim Moniz e do Rossio, segundo a Polícia de Segurança Pública, que acompanhou o percurso.

    "Estava prevista a participação de 500 pessoas e entraram 3.000 pessoas, agora, no final da manifestação. Estou seguro de que esse número foi largamente ultrapassado", disse um elemento da polícia à agência Lusa, no termo da manifestação, que chegou ao Rossio às 16h55.

Joana Mortágua, irmã da deputada e coordenadora do Bloco de Esquerda, Mariana Mortágua, detida em Israel desde o passado dia 1, também desfilou na concentração. Escusando-se a prestar declarações sobre o processom corroborou apenas à Lusa que as últimas notícias que tem da irmã e dos outros três portugueses detidos em Israel datam de sexta-feira.

No cruzamento entre a Rua Áurea e a Rua da Conceição, um popular provocou os manifestantes, tendo a polícia atuado de imediato e formado um cordão para impedir eventuais agressões.

Também os organizadores da manifestação apelaram de imediato à calma, sublinhando tratar-se de uma manifestação pela paz.

PS:  "Se começar a dividir uma nação em vários sistemas jurídicos étnicos e tribais, deixará de ter uma nação unificada. Este é mais um exemplo do multiculturalismo a correr mal – e muito mal. Como Margaret Thatcher disse em 2002: 'Acolhemos aqueles que nos odiavam, tolerámos aqueles que nos ameaçavam e fomos indulgentes com aqueles que nos enfraqueciam.'"


 

Transparência e corrupção em Portugal (Marques, Mentes?)

 

"O Barómetro Global da Corrupção 2013 da Transparência Internacional revela que os partidos políticos, o Parlamento, o poder judicial e as forças armadas são as instituições mais corruptas em Portugal. 

O Índice de Perceção da Corrupção de 2024 da Transparência Internacional atribuiu a Portugal uma pontuação de 57, numa escala de 0 ('altamente corrupto') a 100 ('muito limpo'). 

Na classificação por pontuação, Portugal ficou em 43.º lugar entre os 180 países no Índice, onde o país classificado em primeiro lugar é percebido como tendo o setor público mais honesto. 

Para comparação com as pontuações regionais, a melhor pontuação entre os países da Europa Ocidental e da União Europeia foi 90, a pontuação média foi 64 e a pior pontuação foi 41. Para comparação com as pontuações mundiais, a melhor pontuação foi 90 (1.º lugar), a pontuação média foi 43, e a pior pontuação foi 8 (180.º lugar)."

Marques Mendes nega "venda ilegal" de ações


O social-democrata Luís Marques Mendes rejeitou esta segunda-feira qualquer envolvimento numa "venda ilegal" de ações ou "em fuga ao pagamento de impostos". 

Escrevendo na sua página do Facebook, após o Jornal de Notícias noticiar que "Fisco apanha Marques Mendes em venda ilegal de ações", o conselheiro de Estado adiantou: "O que está em causa em toda esta matéria é uma interpretação jurídico-fiscal em torno do imposto aplicável a um determinado contrato."

"Toda esta matéria tem a ver com relações entre empresas, de que fui gerente (e não sócio ou acionista) até há dois anos e em relação às quais, importa dizê-lo, há conflitos societários entre dois accionistas, objecto, inclusive, de processos judiciais em curso, há vários anos, e aos quais sou complemente alheio", precisou Marques Mendes.

A única intervenção de Marques Mendes na matéria, acrescentou o próprio, "foi ter assinado, em 2011, na minha qualidade de gerente e conjuntamente com um outro gerente, um contrato de venda de acções, contrato esse de resto que nunca foi declarado ilegal ou inválido, por qualquer entidade, designadamente judicial, havendo até já duas decisões judiciais que o dão como válido e legal".

Segundo o JN, "o Fisco detetou vendas ilegais de ações da [empresa] Isohidra feitas por Marques Mendes e Joaquim Coimbra, em 2010 e 2011, e que terão lesado o Estado em 773 mil euros".

De acordo com Marques Mendes, "o contrato de venda das acções visado na notícia, apesar de celebrado em 2011, estava na prática acordado desde 2008, ano em que os sócios, sem qualquer minha intervenção, acordaram tal compromisso em Acordo Parassocial".

(Diário de Notícias) 

PS: Marques, Mentes? 

 

 

A extrema-direita e a destruição da sociedade portuguesa (se Deus não ficar satisfeito com a sua transformação numa sociedade muçulmana)

 

O SIS tem uma visão distorcida da realidade. Nos documentos produzidos por aquele organismo, pouco ou nada surge em matéria de grtupos de extrema-esquerda. Quase nada sobre a "Antifa" nem outros grupos de extrema-esquerda (que parecem não existir"). Mas, tal como dizem os espanhóis em relação às bruxas, "no credo en bruxas, pero que las ay, las ay."
 
O Relatório Anual de Segurança Interna "apagou" toda uma secção sobre as organizações de extrema-direita, mantendo algumas pequenas (e quase inócuas) referências à extrema-esquerda. Até hoje, não obstante as inúmeras questões dos jornalistas, nenhuma justificação foi adiantada para este "corte".
 
Participei discretamente, há alguns meses, sem dizer que era jornalista, na ultima manifestação (pacífica) da extrema-direita. A segurança policial teve algum trabalho, mas foi em relação aos contra-manifestantes de esquerda.
 
Oxalá Vítor Sereno tenha uma perspectiva mais correcta e realista do que é a extrema-esquerda, normalmente aliada a gangues criminosos dos bairros conhecidos como Zonas Urbanas Sensíveis. Esperemos que o embaixador, secretário-Geral do SIRP (Chefe das "secretas") tenha maior sensibilidade para os grupos violentos, de esquerda e imigrantes (que já transpuseram para Portugal as suas lutas partidárias, vidé caso recente do Martim Moniz).
 
Como disse na altura o dirigente da comunidade bangladeshi, Rana Taslim Uddin, razões políticas terão estado na origem dos desacatos. Apesar da PSP não ter determinado o motivo da rixa, o líder da comunidade do Bangladesh em Portugal revelou na TV que foi um mero "ajuste de contas" entre os dois grupos e que aquilo "era muito comum no Bangladesh: 'É normal no Bangladesh'. "Desavenças políticas" poderão estar na origem dos confrontos no Martim Moniz, explicou Rana Taslim Uddin, líder da comunidade bangladeshi ao Observador, adiantando que a rixa, que opôs um “grupo do Martim Moniz” a outro de “Vila Nova de Milfontes” que estava a passar o fim de semana na zona, terá a ver com política.
 
Não esquecer que este líder, aqui de braço dado a um dirigente socialista (*) , já ameaçou, num encontro com a comunidade bangladeshi, que Portugal seria destruído, se este país não se convertesse ao islamismo (**): "Aqueles que encontraram aqui uma sociedade nova, aqueles que estão aqui presentes hoje, perguntam-me o que eu fiz para a sociedade. Irmãos, fi-lo para fazer o meu Deus feliz, não para a sociedade. Se Deus ficar feliz, ele trará uma solução para a sociedade e conduzirá esta sociedade para o caminho certo. Se não ficar feliz, então destruirá esta sociedade." (***)

 

(*) Segundo Rana Taslim Uddin, haverá em Portugal cerca de 80 mil imigrantes do Bangladesh.
 
(**) Miguel Prata Roque, a tasquinhar pelas ruas do Martim Moniz, para angariar mais alguns votos para o seu Partido Socialista 
 
(***)  A tradução, de Jayanti Dutta, docente e investigadora do Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias (CLEPUL) da Universidade de Lisboa, explicou ao Polígrafo o que foi realmente dito por Rana Taslim Uddin naquela intervenção:

Versão A da tradução (autoria: Jayanti Dutta, docente e investigadora do Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias (CLEPUL) da Universidade de Lisboa,emitida no programa "Polígrafo" da SIC. Conclusão:

“Aqueles que encontraram aqui uma sociedade nova, aqueles que estão aqui presentes hoje, perguntam-me o que eu fiz para a sociedade. Irmãos, fi-lo para fazer o meu Deus feliz, não para a sociedade. Se Deus ficar feliz, ele trará uma solução para a sociedade e conduzirá esta sociedade para o caminho certo. Se não ficar feliz, então destruirá esta sociedade. Por isso tentamos agradar a Deus e ao mesmo tempo construir uma amizade com as pessoas desta sociedade.”

Versão B da traduçãoJayanti Dutta, docente e investigadora do Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias (CLEPUL) da Universidade de Lisboa:

“Aqueles que encontraram aqui uma sociedade nova, aqueles que estão aqui presentes hoje, perguntam-me o que eu fiz para a sociedade. Irmãos, fi-lo para fazer o meu Deus feliz, não para a sociedade. Se Deus ficar feliz, ele trará uma solução para a sociedade e conduzirá esta sociedade para o caminho certo. Se não ficar feliz, então destruirá esta sociedade. Por isso tentamos agradar a Deus e ao mesmo tempo construir uma amizade com as pessoas desta sociedade.”

Alguém consegue encontrar uma diferença entre as duas traduções??? 

Distorção e manipulação do "Polígrafo"Torna-se assim evidente que o protagonista do vídeo não ameaçou “destruir esta sociedade” que o acolheu. A ideia que expressou é claramente diferente. A tradução nas legendas está errada, difundindo assim uma falsidade."...


 

 

Far-Left Extremist Groups in the United States

 

Executive Summary

Far-left extremism in the United States largely centers around the notion of correcting an injustice but is otherwise broad in its ideological catchment. In the 20th century, U.S. left-wing extremism was synonymous with either communism or causes such as environmentalism. In the 1960s and ’70s, the Weather Underground declared war against the U.S. government and carried out a campaign of political violence.* According to the FBI, far-left extremism in the United States was most active during the period between the 1960s and 1980s. Special-interest extremism began to emerge on the far-left in the 1990s, resulting in the promulgation of groups such as the Animal Liberation Front (ALF) and Earth Liberation Front (ELF). The FBI estimated that between 1996 and 2002, these two groups were responsible for 600 criminal acts in the United States that caused more than $42 million in damages.*

Throughout the 1990s and early 2000s, ALF and ELF targeted animal research facilities and corporations for acts of vandalism and destruction of property. After the September 11, 2001, terrorist attacks, the U.S. government reevaluated how it approached terrorism abroad and at home. While the government focused on al-Qaeda as the primary foreign threat, federal authorities—partly in response to government lobbying by corporations victimized by ecoterrorists—considered ALF and ELF to be the primary domestic terrorism threat in what media dubbed the Green Scare.* By 2010, however, federal authorities had shifted their domestic focus to the threat of the far right, which continued to overshadow the radical far left in violent attacks while ALF and ELF focused on property damage.* 

A July 2020 report by the Center for Strategic and International Studies (CSIS) reviewed almost 900 politically motivated attacks since 1994. Researchers found that far-left attacks had resulted in only one fatality in that 25-year span, compared with 329 fatalities in attacks by the far right.* In recent years, however, the radical far left has seen a resurgence in response to the rise of the far right, particularly since the 2017 Unite the Right rally in Charlottesville, Virginia, when far-right protesters clashed with far-left counter-protesters. A revitalized American far left has emerged to lead protest movements against the far right and perceived injustices. Armed groups such as the John Brown Gun Club formed to directly confront the violent far right and a broad interpretation of fascism, which often include symbols of capitalism and corporations. These manifestations have been on display during 2020 protests against police brutality, during which the far left have become increasingly visible and destructive, leading then-President Donald Trump in May 2020 to call for designating the broad anti-fascist ideology Antifa a terrorist organization.*

The image of armed leftist groups such as the John Brown Gun Club can also invoke concern. In November 2020, counterinsurgency and military strategy expert David Kilcullen told Salon that while groups such as Redneck Revolt and the John Brown Gun Club claim to be largely defensive and seek to protect people on the streets from violence, the fear they evoke can also be a trigger for violence.* This can spark conflict with police or violent far-right groups seeking an excuse to strike a blow to the far left.*

The president’s desire to label Antifa a terrorist organization highlighted the problematic nature of modern far-left groups in the United States, which are largely less organized than their predecessors. During the mid- to late 20th century, far-left groups dedicated to causes such as Puerto Rican independence carried out bombings and other violent attacks across the United States. By the 1990s, however, authorities had largely dismantled the leadership infrastructure of these groups.* Today, the far left largely coalesces around ideologies and not specific individuals or structured organizations. Antifa and black bloc, for example, are centered around a broad opposition to fascism but are otherwise left open for individual interpretation, which results in varying tactics and even beliefs among adherents who may disagree on what is included under the fascist label. 

There are multiple groups in the United States that affiliate with the Antifa ideology, but they have no formal organizational relationship, formal leadership structure, or shared tactical approach. Similarly, black bloc is primarily a tactic used by far-left protesters rather than an actual group. But because of the tendency for black bloc agitators to dress all in black, including helmets, they draw more attention.

The far left encompasses multiple ideologies, but security experts believe that a large percentage of far-left radicals subscribe to at least one of three main classifications: anarchism, communism/socialism/Marxism, and autonomous radicals.* Far-left groups have largely embraced social justice as a raison d’être in protest of perceived restrictions on liberty by the state. In the early and mid-20th century, the Communist Party USA (CPUSA) played a subversive role in promoting communism in the United States and aligned itself with the Soviet Union. Today, CPUSA promotes its dedication to human rights and personal liberties alongside communism, which it heralds as the only guarantor of those freedoms.*

Combined with a desire for violent confrontation and rejection of state authority, some on the far left have used social justice issues such as racial equality and immigration rights as a pretext to engage in violent retribution against symbols of the state. This is most prominently seen today in the use of black bloc tactics during protests, which ideological opponents have seized on to cast black bloc and Antifa as organized and unified groups. Anarchist groups such as the Youth Liberation Front are more organized on a local level but have no cohesive national network linking chapters across the country.* With the May 2022 leak of a U.S. Supreme Court decision to overturn the 1973 Roe v. Wade decision, which established the constitutional right to abortion, a new autonomous network emerged called Jane’s Revenge. 

Named after the Jane Collective, an underground organization in Chicago that helped women obtain abortions prior to the 1973 decision, the anonymous network has claimed responsibility for vandalism and attacks on anti-abortion clinics around the United States since May 2022.* Online communiques from the network cite a history of extremist violence against abortion clinics forcing the adoption of extreme tactics to maintain their bodily autonomy.* Like ALF and ELF, the members of Jane’s Revenge justify their extremism as the pursuit of the greater good.

Anarchism is a millennia-old philosophy that advocates a stateless society.* French writer Pierre-Joseph Proudhon was the first to label himself an anarchist in 1840.* Today’s anarchists often cite modern anarchist writer Alfredo M. Bonanno as an inspiration. In his 1977 essay “Armed Joy,” Bonanno exhorted followers to “shoot the policeman, the judge, the boss….”* Bonanno’s works derided capitalism and encouraged followers to tear down its symbols.* In his 1993 essay “For An Anti-authoritarian Insurrectionalist International,” Bonanno wrote that conservative voices had sidelined the radical left, causing it to regress. In response, Bonanno called for Mediterranean groups to coordinate an anti-authoritarian insurrection.*

(Continue)

A cigana a cantar a "Canção do RSI"

 


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