segunda-feira, 22 de setembro de 2025

Greta Thunberg removed from flotilla leadership amid infighting

 

The tension and delays created cracks in the organizing committee. Early this week, Greta Thunberg was spotted dragging her suitcase on the dock, leaving the ship "Family," which hosts the executive committee, and moving to the ship "Alma."

The ships of the "largest ever" flotilla to Gaza – dubbed "Sumud" – continue sailing toward Gaza's shores, aiming to "break the Israeli blockade," with more than 40 vessels having passed Malta and six additional ships waiting in Greece. But the major drama unfolded among flotilla members themselves – climate activist Greta Thunberg was removed from the executive committee and forced to switch ships, while the media advisor left the flotilla entirely.

The Italian leftist newspaper Il Manifesto, along with the Spanish newspaper El Mundo, provided a glimpse behind the scenes of the Gaza flotilla this week. According to initial plans, the flotilla was expected to have reached Gaza since departing from Barcelona's shores on August 31. Instead, the ships became stuck for weeks in Tunisia, experiencing a series of malfunctions and crises.

The problems began, as recalled already in Port Sidi Bou Said, where on September 9 and 10, flotilla members claimed two ships were attacked by drones with incendiary bombs, causing fires on deck, and also distributed documentation of the incident.

Following the attacks, Tunisian authorities cast doubt on this version and also ordered the fleet to move to Bizerte port in the north, where additional delays began – police demanded to photograph and take fingerprints of all participants, and simultaneously, fuel ran out at the port after a mega-yacht depleted the port's fuel reserve. Several activists left the mission, claiming they couldn't withstand the mental and physical pressure.

The tension and delays created cracks in the organizing committee. Early this week, Greta Thunberg was spotted dragging her suitcase on the dock, leaving the ship "Family," which hosts the executive committee, and moving to the ship "Alma," according to the Italian newspaper. Her name was also removed from the list of management members on the official website. According to sources who spoke with Il Manifesto, Thunberg opposed the flotilla's media policy, which focused too much on the flotilla's internal dramas and too little on the situation in the Gaza Strip.

(Continue

 


Militantes LGBTQI+ provocam revolta na flotilha de Gaza

 


O coordenador da flotilha de Gaza, Khaled Boujemâa, anunciou a sua demissão em protesto contra a presença de activistas LGBTQI+ na flotilha, incluindo Saif Ayadi, que se identifica como 'activista queer'."  

Continua a palhaçada na flotilha. Agora a linha dura pro-Hamas revolta-se contra a toada "gayzada" na flotilha. "Começou como flotilha para 'salvar' Gaza, vai ficar para a história como uma anedota. (Via Sofia Ferreira - Via Arnaldo Gonçalves)


Oxalá eles não consigam (coitados...) chegar a Gaza. 2/3 seriam imediatamente liquidados, incluindo a Mortágua que, em directo e na televisão portuguesa, confessou ser lésbica. Ttodos os LGBTQ+ teriam o tratamento definido na lei islâmica: um vôo sem pára-quedas do alto de um edifício de cinco andares (no mínimo) ou a lapidação.

A homossexualidade é considerada um crime e é punida com a morte em muitos países islâmicos, como na Arábia Saudita, no Sudão, na Somália, na Mauritânia ou no Irão. 

A invasão de imigrantes continua, em Portugal - mais 80 mil inscritos no SNS em 4 meses

 

 

No final de Agosto deste ano havia mais 8.113 utentes do Serviço Nacional de Saúde sem médico de família. De acordo com o Correio da Manhã, os números globais apontam para 1,5 milhões de utentes do SNS sem médicos de família.

Esta subida, refere o jornal, tem a ver com a inscrição de mais imigrantes nos centros de Cuidados de Saúde Primários (CSP). Nos quatro meses entre Maio e Agosto, os imigrantes inscritos nos CSP aumentaram em 80 mil.

 

PÁGINA UM: "Mas afinal, quem é que vota no Chega?"

 

Francisco Abreu (*) - 19/09/2025

Os portugueses que votam no Chega serão fascistas? Serão xenófobos e racistas? Serão broncos de extrema-direita?

Garantidamente, os portugueses que votam no Chega têm problemas; problemas gravíssimos.

Ganham salários inferiores a 1.000€ (mais de metade dos jovens adultos, entre os 18 e os 35 anos); ganham reformas inferiores a 500€ (cerca de metade dos pensionistas); não conseguem comprar casa; não conseguem arrendar casa; trabalham em situação de precariedade (uma percentagem assustadora dos jovens adultos a trabalhar com contratos a prazo e, portanto, sujeitos à ‘montanha russa’ do ‘emprego-desemprego-emprego-desemprego’).

Continuando: os portugueses que votam no Chega não conseguem encontrar em Portugal condições de vida que lhes proporcionem estabilidade profissional, autonomia residencial, capacidade financeira para sustentar filhos, e então… emigram. ↓

Os portugueses que votam no Chega têm filhos, jovens adultos, que não conseguem arranjar trabalho nem conseguem comprar casa; ou têm filhos, jovens adultos, que compraram uma casa com muita dificuldade (o valor da entrada, as despesas no dia da escritura, a prestação ao Banco) e que trabalham contratados a prazo, com um salário baixo; mas ao mesmo tempo sabem que há uns felizardos, membros da comunidade de etnia cigana, que não trabalham porque não querem trabalhar, que recebem subsídios e que, de vez em quando, fazem cursos profissionais para continuarem a não trabalhar, e que têm direito a uma casa, sem nada pagarem, apenas porque são uns coitadinhos.

Coitadinhos? Curiosamente, quem se cruza com eles aqui e acolá, porque os tem como vizinhos, vota no Chega. Talvez porque os que votam no Chega são uns sociopatas sem um pingo de amor pelo próximo?

Por falar em sociopatas, e por muito que nos custe acreditar, há portugueses que fazem licenciaturas e mestrados em Serviço Social, que, com dificuldade, conseguem arranjar trabalho, lidando no dia-a-dia com ‘famílias carenciadas’ em termos de ‘inclusão social’, e que, a dada altura, constatam que têm um rendimento, proveniente do trabalho, inferior ao rendimento dessas famílias que são apoiadas pelos nossos impostos. Ora, estes portugueses, que estudaram, que trabalham e que ganham menos que os ‘carenciados’, votam em quem?

Os portugueses que votam no Chega, na sua maioria, pertencem a uma classe média empobrecida e a uma classe média-baixa revoltada.

Não são fascistas, não são racistas, não são broncos, nem são sociopatas.

E depois há os portugueses que têm medo de passear à noite e que dizem às filhas que estão proibidas de chamar um UBER. E estes também votam no Chega.

E há ainda aqueles portugueses, que também votam no Chega, que, em certas regiões do país e em certos setores de atividade, não conseguem arranjar trabalho com um salário digno porque há imigrantes que aceitam trabalhar, sem recibo, auferindo salários de miséria.

Há finalmente portugueses que levam muito a sério a problemática da ética e da moralidade na vida política. Estes portugueses acham que os políticos deveriam cuidar dos cidadãos e do país, em vez de cuidarem de si próprios e dos interesses que, às escondidas, representam. E ficam irritadíssimos com os casos eticamente vergonhosos e com os escândalos moralmente deprimentes que se vão sucedendo, impunemente alimentados por uma classe política que não tem vergonha.

Querem que vos diga como é que estes portugueses votam?

Há entretanto uns partidos políticos que andam com um lenço palestino ao pescoço, que falam de multiculturalidade e inclusão, que pugnam, em abstrato, pelos direitos das mulheres (o que é altamente contraditório com o lenço palestino), dos mais vulneráveis (confundindo vulnerabilidade com recusa de integração) e dos LGBT+, que desculpam os bandidos e achincalham os polícias, que se propõem combater, sempre em abstrato, as desigualdades sociais… em suma, que defendem os palestinianos, os imigrantes, os transsexuais, os criminosos, mais a diversidade cultural e a integração a todo o custo.

E há portugueses que ficam de boca aberta; que perguntam a si próprios em que país é que estes partidos políticos vivem; que se interrogam acerca do conhecimento que estes partidos políticos têm da realidade em que, em Portugal, estamos todos mergulhados.

E estes portugueses votam no Chega.

Há também uns partidos políticos que governam Portugal há várias décadas e que, objetivamente, são responsáveis por aquilo que antes se retratou.

E há portugueses que dizem… basta!

E estes portugueses votam no Chega.

Os intelectuais da esquerda e os espertalhões do poder instalado vão algum dia conseguir perceber porque é que há portugueses a votar no Chega?

Vão continuar a dizer que quem escreveu estas linhas mete no mesmo saco transsexuais e criminosos, inclusão e recusa de integração, e assim por diante, quando a verdade é que o autor destas linhas, longe de meter tudo isto no mesmo saco, está simplesmente a afirmar que estas não são as causas relevantes para muitos e muitos portugueses – o sofrimento do povo palestiniano, o respeito pelos LGBT+ e o bem-estar dos imigrantes, não são as questões que mais atormentam uma parte não despicienda da população portuguesa.

Os intelectuais da esquerda e os espertalhões do poder instalado vão continuar a dizer que é preciso proteger as minorias, uns, e que é preciso fazer reformas, os outros, quando a verdade é que há muitos e muitos portugueses convencidos de que é preciso cuidar da maioria e que não acreditam na conversa estafada das reformas.

Mais confrangedor ainda: vão continuar a dizer que os jovens adultos votam no Chega por causa das redes sociais; e que os pais dos jovens adultos votam no Chega porque têm fracas habilitações literárias; e que os reformados votam no Chega porque estão esclerosados; e que aqueles que conhecem os ciganos de ginjeira votam no Chega porque são racistas e porque querem incitar ao ódio; e que os emigrantes votam no Chega sabe-se lá porquê, quando a verdade é que…

Enfim, já chega!

Adenda: Como nota final, à luz do que ficou escrito neste artigo, serei seguramente considerado, por uns quantos, um protofascista e um bronco iletrado, que não consegue ler um parágrafo com mais de duas linhas, nem consegue articular uma ideia que seja compatível com o politicamente correto, e neste ponto, pasme-se, estão carregados de razão.

(*) Francisco Abreu é gestor, consultor e editor, doutorado em Filosofia das Ciências pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, tendo sido docente do ensino superior.

N.D. Os textos de opinião expressam apenas as posições dos seus autores, e podem até estar, em alguns casos, nos antípodas das análises, pensamentos e avaliações do director do PÁGINA UM

 

domingo, 21 de setembro de 2025

Esta rua de Lisboa tem 400 metros e 10 mil habitantes

 


Há redes a vender milhares de moradas falsas a imigrantes. Em Lisboa, há prédios de três, quatro andares com 1400 residentes atestados pelas Juntas de Arroios, Penha de França e Santa Maria Maior, mas nem um décimo lá cabe e quase nenhum lá vive. SEF identificou casos também no Porto, Setúbal e Braga.

São apenas 400 metros de rua de uma ponta à outra, entre o Martim Moniz e o Largo do Intendente, ladeada de prédios estreitos e não mais altos do que um terceiro ou quarto andar. Há alguns fechados pela degradação, que vomita reboco e telhas para os passeios, e outros tantos em recuperação para imóveis de luxo e hostels turísticos, que a zona é localização premium. Os r/c são todos comerciais: restaurantes asiáticos, barbeiros a €5 o corte, agências de viagens para o Oriente, lojas de câmbios e transferências, minimercados étnicos, armazéns de revenda, bazares de bugigangas e talhos halal, propriedade de nepaleses, paquistaneses, indianos e bengalis, e de uns poucos portugueses que ali resistem de tempos mais marginais.

Vive-se uma outra Lisboa no Benformoso, sem a perda populacional das artérias vizinhas, sempre cheia de gente, com muitos homens e raras mulheres, sentados nos passeios e soleira das portas, a conversar na estrada ou a assomar nas janelas escancaradas das casas. Mas por mais mestria e despudor que se tenha no tetris humano da sobrelotação habitacional em que vivem tantos imigrantes, com o espaço alugado limitado a um colchão de beliche, não se consegue enfiar mais de 10 mil pessoas em simultâneo numa dúzia de edifícios pequenos.

(Continua

 

Sem imigrantes, promessa das 133 mil casas até 2030 será difícil de cumprir

 

Portugal só consegue construir 26 mil habitações por ano, diz presidente da APEMIP. Capacidade construtiva do país está, de momento, totalmente tomada. 

O país não tem mão-de-obra suficiente para cumprir a promessa do primeiro-ministro, Luís Montenegro, de disponibilizar 133 mil casas públicas até 2030 para as famílias identificadas com graves carências habitacionais, diz Paulo Caiado, presidente da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP). "É absolutamente essencial aumentar a capacidade construtiva" em Portugal para dar resposta a esse compromisso, defende.

A construção precisa de mais de 80 mil trabalhadores – número recorrentemente apontado pela associação do setor -, e para colmatar essa falha "são necessários mais imigrantes, que têm de ter casa digna", frisa o responsável. Em paralelo, "é necessário industrializar a construção".

Segundo Paulo Caiado, a capacidade construtiva instalada no país só consegue edificar 26 mil casas por ano. E "está em plena laboração", salienta. No atual estado do setor, seria necessário alocar toda a indústria ao objetivo das 133 mil casas e, ainda assim, seriam precisos mais de cinco anos para executar essa meta, o que inviabilizaria a sua conclusão até 2030.

É preciso "apoiar as empresas, apostar em processos construtivos mais eficientes e recorrer a imigrantes, mais e menos qualificados", defende Paulo Caiado.

Na passada quinta-feira, em Conselho de Ministros, o governo voltou a assegurar que pretendia cumprir com o objetivo de ter as 133 mil casas prontas até 2030, um número que integra os 26 mil fogos financiados pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), no âmbito do 1º Direito – Programa de Apoio ao Acesso à Habitação, que têm estar finalizados até julho de 2026.

PS: Artigo FABULOSO!!!!! Portugal não consegue construir 133 mil casas públicas até 2030 porque LHE FALTAM 80 MIL TRABALHADORES.... E onde estão as casas para esses 80 mil trabalhadores viverem, enquanto constroem as tais 133 mil casas?

(Continua

 

RFK Jr. Has a Prescription for America: Pure Chaos

 


Last week offered the clearest picture yet of his plan on vaccines—and the damage it’s already causing.

Former CDC Director Susan Monarez testifies before the Senate Committee on Health, Education, Labor and Pensions on September 17, 2025. (Photo by Kevin Dietsch/Getty Images)

IF YOU WANT TO UNDERSTAND what Robert F. Kennedy Jr. is really doing as secretary of health and human services—and the danger to which he’s likely exposing the American public—look back at what happened over three remarkable days last week.

Start with Wednesday, when the Senate Health, Education, Labor and Pensions Committee heard testimony from Susan Monarez, the former CDC director whom Kennedy forced out of her job just weeks after she had started. It was Monarez’s first public appearance since the firing, and she had a lot to say.

Along with Debra Houry, a veteran physician and administrator who resigned as CDC medical director in protest of Kennedy’s policies, Monarez described the ways she said Kennedy was sidelining or firing anybody who might object to his widely discredited ideas about vaccination. That included, she said, the time Kennedy demanded she preemptively endorse changes in vaccine recommendations for children—a demand she says she refused.

“I was fired for holding the line on scientific integrity,” Monarez said.

That was just a warmup for Thursday and Friday, when the CDC’s official advisory committee on immunization met to consider some of those aforementioned vaccine-recommendation changes. The committee was full of Kennedy appointees he’d put there after firing the scientists who had been on the panel before. And the proceedings unfolded about how you’d expect, with familiar, scientifically questionable assertions about alleged vaccine harms.

But the meeting also stood out for its disarray. One particularly memorable sequence started at the end of Thursday’s session, when the panel prepared to vote on a resolution that would affect availability of the MMRV shot, which combines immunization for varicella (chickenpox) with immunization for measles, mumps, and rubella.

The resolution’s wording and meaning were unclear, as one panelist protested openly. The panel approved it anyway, only to hold a new vote—and reverse the decision—at the start of Friday’s session, evidently because several other panelists had also been confused.

“We are rookies,” chairman Martin Kulldorff acknowledged in his opening remarks Friday—which perhaps understated things, given that five of the twelve members hadn’t even been named until four days before.

The upshot of that MMRV debate is that few children are likely to get the combined shot anymore. And while that’s not earth-shattering, because most kids already get two separate shots anyway, the decision along with the rest of the week’s developments were the clearest sign yet of Kennedy’s true intentions. Although he insists he is not anti-vax—that he simply wants to promote choice, and to uphold “gold-standard science”—he keeps finding ways to make vaccines less accessible and, in so doing, to reduce vaccination rates overall.

But last week showcased another, equally important side of Kennedy’s management: the way he is eliminating the people and dispensing with the procedures that allow agencies like the CDC to carry out their basic functions in a transparent, scientifically sound way. The effect isn’t so much to realign priorities as it is to unleash chaos. But that can still be corrosive to the government’s credibility—and hazardous to the people who depend on it.

STRICTLY SPEAKING, little of what Monarez said on Wednesday was new. The basic outlines of her saga as she remembers it—that she’d refused to fall in line with Kennedy’s vaccine directives and refused to fire career scientists like Houry—were already out there, thanks to news reporting and a short opinion piece Monarez had written for the Wall Street Journal a week before.

But the versions of the stories that Monarez and Houry told over the course of their nearly three-hour testimony were more detailed and vivid. Together, they painted a picture of a temperamental, controlling, and downright ignorant cabinet secretary that at any other time—and in any other administration—would have created a political firestorm.1

During the Texas measles outbreak, Monarez said, neither she nor any of the career CDC scientists briefed Kennedy—something highly unusual for any outbreak, let alone one that had resulted in the first child measles deaths in decades. But the outbreak still kept her busy, in part because Kennedy was putting out so many false statements about vaccines.

“He said things like ‘vaccines had fetal parts,’” Monarez said, “and I had to send a note to our leadership team to correct that misinformation.”

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European airports snarled by cyberattack, disruption to stretch into Sunday

 

BRUSSELS/FRANKFURT/LONDON (Reuters) -A cyberattack at a provider of check-in and boarding systems disrupted operations on Saturday at several major European airports including London's Heathrow, the continent's busiest, causing flight delays and cancellations.

The disruption is the latest in a string of hacks targeting governments and companies across the world, hitting sectors from healthcare and defence to retail and autos. A recent breach at luxury carmaker Jaguar Land Rover brought its production to a halt.

Saturday's problems were centered on MUSE software made by Collins Aerospace, which provides systems for several airlines at airports globally, airports said.

RTX, Collins Aerospace's parent company, said it was aware of a "cyber-related disruption" to the software at selected airports, without naming them.

Heathrow Airport said it was among those affected. Brussels Airport and Berlin Airport were also affected, they said separately. Hours later, Dublin Airport said it was also facing minor impact from the issue, along with Cork Airport, Ireland's second biggest after Dublin.

"The impact is limited to electronic customer check-in and baggage drop and can be mitigated with manual check-in operations," RTX said in an emailed statement, adding that it was working to fix the issue as quickly as possible.

It did not give any information on who might be behind the attack.

At Heathrow, Berlin and Brussels, 29 flight departures and arrivals had been cancelled as of 1130 GMT, aviation data provider Cirium said. In total, 651 departures were scheduled from Heathrow, 228 from Brussels and 226 from Berlin on Saturday.

Officials in Brussels said there had been four flight diversions, as well as "delays on most of the departing flights."

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Seattle give free "space" for drug consuption

  𝐒𝐄𝐀𝐓𝐓𝐋𝐄’𝐒 𝐍𝐄𝐖 𝐒𝐎𝐂𝐈𝐀𝐋𝐈𝐒𝐓 𝐌𝐀𝐘𝐎𝐑 𝐊𝐀𝐓𝐈𝐄 𝐖𝐈𝐋𝐒𝐎𝐍 𝐎𝐑𝐃𝐄𝐑𝐒 𝐏𝐎𝐋𝐈𝐂𝐄 𝐍𝐎𝐓 𝐓𝐎 𝐀𝐑𝐑𝐄𝐒𝐓 𝐎𝐅𝐅𝐄...