domingo, 5 de outubro de 2025
sábado, 4 de outubro de 2025
O custo do reagrupamento familiar: 1.566 Euros por mês, 2,5 milhões de imigrantes em dois anos
Simulação de Meios de Subsistência (Salário Mínimo Nacional: 870,00 €)
Cenário: Um residente em Portugal (o requerente principal) pretende fazer o reagrupamento familiar para a esposa/parceira e um filho menor.
1. Cálculo do Agregado Familiar (Valores Mínimos Mensais Exigidos)
Membro da Família % do SMN Valor Mínimo Mensal Exigido (870,00 €)
Residente (Requerente Principal) 100% 870,00€
Esposa/Parceira (Adulto) 50% 870,00€×50%=435,00€
Filho Menor (Criança) 30% 870,00€×30%=261,00€
Total Mensal Mínimo Exigido 1.566,00 €
2. Comprovação Anual
O residente tem de comprovar ter capacidade financeira para suportar a família por um período mínimo de 12 meses.
Tipo de Comprovação Cálculo Valor Mínimo Anual Exigido
Valor Anual Total 1.566,00€×12 meses 18.792,00 €
Conclusão com Base no Salário Mínimo Nacional de 870 €:
O residente em Portugal precisa de comprovar junto à AIMA que possui rendimentos ou poupanças suficientes que atinjam, no mínimo, 18.792,00 € para sustentar a esposa/parceira e um filho menor durante um ano.
Em 2017, Portugal registava cerca de 422 mil cidadãos estrangeiros. No final de 2024, a Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA) indicou que existiam cerca de 1,6 milhões de cidadãos estrangeiros com títulos ou autorizações de residência válidos.
A população estrangeira no país mais do que duplicou em 5 Anos: entre 2018 (480.300) e 2023 (1.044.606), segundo dados do Relatório de Migrações e Asilo de 2023. Dos 446 mil processos pendentes de manifestações de interesse [um recurso que permitia a regularização de imigrantes que tinham entrado sem visto de trabalho em Portugal] existentes há um ano, cerca de 170 mil foram extintos por falta de resposta dos requerentes e 35 recusados, mas quem viu o seu processo aprovado tem direito a pedir o reagrupamento familiar.
Em 10 anos, o número de estrangeiros em Portugal quadruplicou, passando de 400 mil para 1,6 milhões, um número que irá aumentar, disse César Teixeira, vogal do Conselho Diretivo da AIMA. Os 250 mil imigrantes em vias de regularização via manifestações de interesse e os 210 mil com visto da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) passam a ter direito ao reagrupamento familiar - um total de 460 mil requerentes que poderá chegar a 920 mil pessoas, se calcularmos uma pessoa como a média do número de membros do agregado familiar.
Para já, os serviços estão a dar prioridade a “10 mil reagrupamentos familiares com menores que estejam em território nacional”, mas os restantes “também têm direito”. A esses números somam-se os 50 mil processos pendentes que só agora estão a ser tratados referentes ao denominado período transitório – pessoas que já estavam em Portugal e descontavam, mas não tinham ainda apresentado a manifestação de interesse aquando o fim desse mecanismo, há exatamente um ano.
No total, trata-se de “um número que poderá estar em condições de poder requerer o reagrupamento familiar” e, “sem criar alarmismos, estamos a falar de situações que devem merecer reflexão”, considerou César Teixeira. “Isto é um problema e perante um problema temos de olhar para ele de frente”, promovendo a regulação, acrescentou o dirigente da AIMA, recordando que só este ano os serviços verificaram 300 mil registos criminais.
Fazendo as contas por alto, aos 1,6 milhões de imigrantes já legalizados poderão juntar-se brevemente mais 920 mil imigrantes - um total de 2,560 milhões de imigrantes, a maioria provenientes de países cujos valores culturais e religiosos são contrários em relação aos nossos valores e direitos constitucionalmente protegidos.
A tendência para menosprezar os choques sociais resultantes dessa colisão de valores pode ser explicada com a solução quase desesperada dos noruegueses, que enfrentaram um problema de aumento de ataques sexuais e violações, por parte dos recém-chegados imigrantes.
A única solução foi organizar aulas para os imigrantes, para lhes explicar como se deviam relacionar com as mulheres norueguesas e ensinar-lhes que uma mulher com mini-saia não era uma prostituta que podia ser violada sem problemas, no meio da rua.
Barómetro DN/Aximage: Chega ultrapassa AD e fica à frente das intenções de voto pela primeira vez
Partido de André Ventura atinge máximo histórico (26,8%) e passa para a liderança, com recuo da AD (25,9%), que está no poder. Em terceiro fica o PS (23,6%), também dentro da margem de erro.
O Chega lidera as intenções de voto no Barómetro DN/Aximage de setembro, o que sucede pela primeira vez nestes estudos de opinião, ou em quaisquer outras sondagens dos principais institutos nacionais. Após a distribuição dos 4,9% que disseram estar indecisos, o partido de André Ventura tem o apoio de 26,8% dos inquiridos, ultrapassando a AD (25,9%), que venceu as legislativas de 18 de maio e governa o país, e o PS (23,6%), com os pilares do processo de tripartidarismo em curso num empate técnico, já que ficam dentro da margem de erro de 4,1%, decorrente das 570 entrevistas feitas entre 2 e 5 de setembro.
Barómetro DN/Aximage tem liderança inédita nas intenções de voto.
Para essa inédita liderança do Chega, quatro pontos percentuais acima do resultado legislativo - e com mais oito do que no barómetro de maio, antes das eleições -, contribuiu o nivelamento do apoio nas diferentes regiões nacionais, com o melhor resultado na Área Metropolitana de Lisboa (31,9%) e o pior na do Porto (19,5%), o que ganha relevância a um mês das eleições autárquicas, das quais Ventura quer retirar leitura nacional, com a candidatura de quase todos os deputados e a sua omnipresença nos cartazes eleitorais.
O máximo histórico do Chega em sondagens também decorre de encurtar o fosso entre eleitorado masculino (29,3%) e feminino (24,2%), e de duplicar as intenções de voto entre quem tem acima de 50 anos e rendimentos mais elevados, ao mesmo tempo que reforça a liderança nos mais jovens e mais pobres. Na Classe D, os seus 36% superam a soma dos que optam pela AD (15,8%) e pelo PS (19,5%).
Para a AD, que nesta edição do Barómetro DN/Aximage, com entrevistas realizadas entre 2 e 5 de setembro, recua quase seis pontos em relação às legislativas, restam algumas compensações. Desde já, a coligação formada pelo PSD e CDS lidera no voto feminino (27,6%), entre os mais ricos, da Classe A/B (28,8%), e nos que têm entre 50 e 64 anos (33%). E a existência de bastiões que resistem melhor a uma viragem ainda mais à direita: Área Metropolitana do Porto (33,1%) e Centro (32,1%).
Já o PS, mesmo ligeiramente acima do resultado eleitoral que levou à demissão de Pedro Nuno Santos, tem pouco mais para celebrar do que a manutenção da liderança no Sul e Ilhas (34,5%) e da vantagem sobre a AD na Área Metropolitana de Lisboa (23,9%-22,2%), ainda que com uns e outros agora a larga distância do Chega. O resultado só não é pior para os socialistas graças aos eleitores mais velhos, contando com 37,4% dos inquiridos que têm 65 anos ou mais, contra 26,4% para a AD e 17,9% para o Chega.
A uma enorme distância aparecem os restantes partidos, com o Livre (6,5%) a suplantar a Iniciativa Liberal (6,2%), agora liderada por Mariana Leitão, e os demais sem grandes perspetivas de recuperação na improvável eventualidade de uma nova ida a eleições para a Assembleia da República: CDU (3,1%), Bloco de Esquerda (2,4%) e PAN (1,7%).
Confiança em Montenegro
Tal como as intenções de voto na AD, a confiança em Luís Montenegro para ser primeiro-ministro também recua, com menos oito pontos percentuais do que na edição do Barómetro DN/Aximage de maio. Mas o líder social-democrata não deixa de ser o preferido, apontado por 28%, com a novidade de que, pela primeira vez, André Ventura aparece como hipótese de resposta, obtendo 24%. Só depois vem José Luís Carneiro, escolhido por 20% dos inquiridos, tantos quanto os que indicam não confiar em nenhum dos três líderes partidários para liderar o Governo.
Em maio, ainda sem o presidente do Chega como uma das opções, Luís Montenegro recolhia 36% das respostas e Pedro Nuno Santos tinha 29%. André Ventura consegue ter o Chega à frente de uma sondagem pela primeira vez.
Leonardo Ralha
FICHA TÉCNICA
Objetivo do Estudo: Sondagem de opinião realizada pela Aximage - Comunicação e Imagem Lda, para o DN sobre intenção de voto legislativo e temas da atualidade política.
Universo: Indivíduos maiores de 18 anos residentes em Portugal.
Amostra: Amostragem por quotas, obtida a partir de uma matriz cruzando sexo, idade e região (NUTSII), a partir do universo conhecido, reequilibrada por género (2), grupo etário (4) e região (4), A amostra consiste em 570 entrevistas realizadas em CAWI; 273 homens e 297 mulheres, 131 entre os 18 e os 34 anos, 155 entre os 35 e os 49 anos, 155 entre os 50 e os 64 anos e 129 para os 65 e mais anos; Norte 205, Centro 123, Sul e Ilhas 92, Area Metropolitana de Lisboa 150.
Técnica: Aplicação online - CAWI (Computer Assisted Web Interviewing) - de um questionário estruturado, devidamente adaptado ao suporte utilizado, a um painel de indivíduos que preenchem as quotas pré-determinadas. O trabalho de campo decorreu entre 2 e 5 de setembro de 2025. Taxa de resposta: 85,59%.
Margem de erro: O erro máximo de amostragem deste estudo, para um intervalo de confiança de 95%, é de + ou - 4,1%.
Responsabilidade do estudo: Aximage - Comunicação e Imagem Lda, sob a direção técnica de Ana Carla Basílio.
"Pula (branco) mete nojo", um verso da música "Portukkkal é um erro" do "General D"
Foi o pioneiro do rap em Portugal. Também foi um racista extremado. Agora, vive em Londres, onde gosta de ver paquistaneses e indianos que têm as lojas abertas às duas, três da manhã. Continua a desprezar Portugal. Que fique por lá e por muito tempo. Não faz cá falta.
"Se começar a dividir uma nação em vários sistemas jurídicos étnicos e tribais, deixará de ter uma nação unificada. Este é mais um exemplo do multiculturalismo a correr mal – e muito mal. Como Margaret Thatcher disse em 2002: 'Acolhemos aqueles que nos odiavam, tolerámos aqueles que nos ameaçavam e fomos indulgentes com aqueles que nos enfraqueciam.'"
Manifestantes ocupam estação do Rossio e entram em confronto com apolícia
Ambiente é de tensão na principal estação de comboios da capital portuguesa.
Polícia de choque na estação do Rossio, manifestantes barricados em comboios
A polícia de choque está a tentar desmobilizar uma manifestação na estação do Rossio, em Lisboa. Dezenas de manifestantes de apoio a Gaza tomaram a estação esta tarde após terem percorrido as ruas de Lisboa.
Por volta das 18h20, os manifestantes começaram a dirigir-se para a estação apesar de já não terem, neste local, autorização para a realizar e sentaram-se no chão.
Pelo menos 14 elementos da Brigada de Interveção da PSP, segundo a Lusa, perfilaram-se no acesso às plataformas, para evitar a ocupação das linhas de comboio.
Os manifestantes no local gritaram "Free, free Palestine, stop the genocide", em frente aos portões de acesso aos comboios na estação do Terminal do Rossio, em Lisboa como mostram imagens captadas pela SIC.
A presença da Brigada de Intervenção foi requerida pelo chefe dos elementos da PSP que se deslocaram à estação, e confirmada pelo próprio à agência Lusa.
Antes da chegada dos elementos da Brigada, um manifestante foi atirado ao solo por um agente da PSP, para evitar que forçasse a entrada nos terminais de comboio.
"Israel é um estado assassino, viva a luta do povo palestiniano", ouve-se em uníssono na Estação do Rossio, juntamente com palmas e assobios ao som de tambores, assim como a palavra de ordem "O povo unido jamais será vencido".
Mais de três mil pessoas juntaram-se em Lisboa e houve provocações
Mais de três mil pessoas juntaram-se este sábado na manifestação a favor dos detidos da Flotilha Global Sumud, que percorreu Lisboa, entre as praças do Martim Moniz e do Rossio, segundo a Polícia de Segurança Pública, que acompanhou o percurso.
"Estava prevista a participação de 500 pessoas e entraram 3.000 pessoas, agora, no final da manifestação. Estou seguro de que esse número foi largamente ultrapassado", disse um elemento da polícia à agência Lusa, no termo da manifestação, que chegou ao Rossio às 16h55.
Joana Mortágua, irmã da deputada e coordenadora do Bloco de Esquerda, Mariana Mortágua, detida em Israel desde o passado dia 1, também desfilou na concentração. Escusando-se a prestar declarações sobre o processom corroborou apenas à Lusa que as últimas notícias que tem da irmã e dos outros três portugueses detidos em Israel datam de sexta-feira.
No cruzamento entre a Rua Áurea e a Rua da Conceição, um popular provocou os manifestantes, tendo a polícia atuado de imediato e formado um cordão para impedir eventuais agressões.
Também os organizadores da manifestação apelaram de imediato à calma, sublinhando tratar-se de uma manifestação pela paz.
PS: "Se começar a dividir uma nação em vários sistemas jurídicos étnicos e tribais, deixará de ter uma nação unificada. Este é mais um exemplo do multiculturalismo a correr mal – e muito mal. Como Margaret Thatcher disse em 2002: 'Acolhemos aqueles que nos odiavam, tolerámos aqueles que nos ameaçavam e fomos indulgentes com aqueles que nos enfraqueciam.'"
Transparência e corrupção em Portugal (Marques, Mentes?)
"O Barómetro Global da Corrupção 2013 da Transparência Internacional revela que os partidos políticos, o Parlamento, o poder judicial e as forças armadas são as instituições mais corruptas em Portugal.
Na classificação por pontuação, Portugal ficou em 43.º lugar entre os 180 países no Índice, onde o país classificado em primeiro lugar é percebido como tendo o setor público mais honesto.
Para comparação com as pontuações regionais, a melhor pontuação entre os países da Europa Ocidental e da União Europeia foi 90, a pontuação média foi 64 e a pior pontuação foi 41. Para comparação com as pontuações mundiais, a melhor pontuação foi 90 (1.º lugar), a pontuação média foi 43, e a pior pontuação foi 8 (180.º lugar)."
Marques Mendes nega "venda ilegal" de ações
Escrevendo na sua página do Facebook, após o Jornal de Notícias noticiar que "Fisco apanha Marques Mendes em venda ilegal de ações", o conselheiro de Estado adiantou: "O que está em causa em toda esta matéria é uma interpretação jurídico-fiscal em torno do imposto aplicável a um determinado contrato."
"Toda esta matéria tem a ver com relações entre empresas, de que fui gerente (e não sócio ou acionista) até há dois anos e em relação às quais, importa dizê-lo, há conflitos societários entre dois accionistas, objecto, inclusive, de processos judiciais em curso, há vários anos, e aos quais sou complemente alheio", precisou Marques Mendes.
A única intervenção de Marques Mendes na matéria, acrescentou o próprio, "foi ter assinado, em 2011, na minha qualidade de gerente e conjuntamente com um outro gerente, um contrato de venda de acções, contrato esse de resto que nunca foi declarado ilegal ou inválido, por qualquer entidade, designadamente judicial, havendo até já duas decisões judiciais que o dão como válido e legal".
Segundo o JN, "o Fisco detetou vendas ilegais de ações da [empresa] Isohidra feitas por Marques Mendes e Joaquim Coimbra, em 2010 e 2011, e que terão lesado o Estado em 773 mil euros".
O jornal, que cita Marques Mendes, escreve: "Invocando falta de memória sobre o assunto, o ex-líder do PSD pôs mesmo em dúvida que tenha assinado os contratos de compra e venda de ações: 'Essas vendas já não são do meu tempo'. Mas são e foram assinadas por ele, segundo as Finanças e as cópias dos contratos das ações a que o JN acedeu."
De acordo com Marques Mendes, "o contrato de venda das acções visado na notícia, apesar de celebrado em 2011, estava na prática acordado desde 2008, ano em que os sócios, sem qualquer minha intervenção, acordaram tal compromisso em Acordo Parassocial".
(Diário de Notícias)
PS: Marques, Mentes?
A extrema-direita e a destruição da sociedade portuguesa (se Deus não ficar satisfeito com a sua transformação numa sociedade muçulmana)
Versão A da tradução (autoria: Jayanti Dutta, docente e investigadora do Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias (CLEPUL) da Universidade de Lisboa,emitida no programa "Polígrafo" da SIC. Conclusão:
“Aqueles que encontraram aqui uma sociedade nova, aqueles que estão aqui presentes hoje, perguntam-me o que eu fiz para a sociedade. Irmãos, fi-lo para fazer o meu Deus feliz, não para a sociedade. Se Deus ficar feliz, ele trará uma solução para a sociedade e conduzirá esta sociedade para o caminho certo. Se não ficar feliz, então destruirá esta sociedade. Por isso tentamos agradar a Deus e ao mesmo tempo construir uma amizade com as pessoas desta sociedade.”
Versão B da tradução: Jayanti Dutta, docente e investigadora do Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias (CLEPUL) da Universidade de Lisboa:
“Aqueles que encontraram aqui uma sociedade nova, aqueles que estão aqui presentes hoje, perguntam-me o que eu fiz para a sociedade. Irmãos, fi-lo para fazer o meu Deus feliz, não para a sociedade. Se Deus ficar feliz, ele trará uma solução para a sociedade e conduzirá esta sociedade para o caminho certo. Se não ficar feliz, então destruirá esta sociedade. Por isso tentamos agradar a Deus e ao mesmo tempo construir uma amizade com as pessoas desta sociedade.”
Alguém consegue encontrar uma diferença entre as duas traduções???
Distorção e manipulação do "Polígrafo": Torna-se assim evidente que o protagonista do vídeo não ameaçou “destruir esta sociedade” que o acolheu. A ideia que expressou é claramente diferente. A tradução nas legendas está errada, difundindo assim uma falsidade."...
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Há 50 anos, o número total de cidadãos estrangeiros em Portugal não era superior aos 32 mil. Hoje em dia, são mais de 1,5 milhões e em sete ...
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No livro "Por dentro do Chega" , o jornalista Miguel Carvalho fala de "um partido de fanáticos que não faz grande reflexão...
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S ome excerts of this study from United Nations : "(...) Focusing on these two striking and critical trends, the present study addre...









