sexta-feira, 3 de outubro de 2025
O Islão, uma religião da Idade Média
"Se alguém quiser viver de acordo com os textos do Corão, será difícil viver no Ocidente, porque viver de acordo com o Corão é viver como na idade Média", afirmou Inger Stoejberg, ministra da Imigração, Integração e Habitação da Dinamarca, quando discursava num encontro de jovens de direita.
quinta-feira, 2 de outubro de 2025
Jean Raspail, "The Camp of the Saints" - Os parágrafos finais
"(…) Quando as centenas de embarcações apareceram, as suas tripulações deram uma boa gargalhada: uma frota europeia, com todas as luzes acesas, tinha-se alinhado num vasto semi-círculo à entrada da baía. Parecia que estavam a aguardar uma revista. Os navios dispararam uma salva de cartuchos de festim, um após o outro. Depois, uma voz trovejou através de megafones, primeiro em francês, depois em inglês: 'Recuem! Recuem! A França não vos pode acolher! A Europa não vos pode acolher!'
A
armada do Terceiro Mundo respondeu com um grito colossal e uníssono.
Não era um grito de guerra. Era a vasta e primitiva voz da esperança,
das boas-vindas, uma espécie de berro alegre e triunfante, como a
descoberta de um brinquedo por uma criança. E os navios continuaram a
avançar."
"As centenas de embarcações começaram a entrar no
porto, uma após a outra, numa longa e silenciosa procissão. Não houve
toques de trombetas, nem bandeiras a acenar. Apenas um avanço lento e
inexorável. Da costa, os observadores — os poucos que restaram —
assistiam atónitos, como que hipnotizados. Não havia gritos, nem
resistência. Apenas o suave ondular das vagas contra os cascos e o
arrastar de inúmeros pés à medida que as primeiras ondas de humanidade
começavam a derramar-se nas praias."
"Eles estavam em todo o
lado, uma maré humana: homens, mulheres, crianças, idosos, todos a sair
dos navios, com os rostos marcados por uma mistura de exaustão e de um
estranho e silencioso triunfo. Não eram um exército invasor no sentido
tradicional, mas uma força de números absolutos, avassaladora pela sua
simples presença. O ar encheu-se de um murmúrio, de uma nova língua, de
um novo odor. A Europa, ao que parecia, já não era a Europa."
(…)
"O
sangue corria pelas ruas do bairro de Grenelle. O último punhado de
homens, com a arma na mão, estava encurralado na Place du Commerce,
diante da igreja. O padre, com a estola ao pescoço, levantou-se e
pronunciou em voz alta as palavras da absolvição. Os homens
ajoelharam-se, o rosto coberto de pó, e de sangue. Tinham lutado até ao
fim, por aquilo que lhes pertencia e que agora era de todos."
"No
mesmo momento, o arcebispo de Paris, com a sua grande cruz de ouro no
peito, caminhava, na cabeça de um cortejo de clérigos, pelas avenidas do
bairro de Trocadero, para receber os novos missionários da Fé. O coro
entoava o Te Deum. E no mar, mais ao largo, os barcos continuavam a
descarregar a sua carga de miséria. A noite de Paris estava cheia de
vozes e de gemidos."
"Um homem na Praça da Concordia, ergueu uma
bandeira vermelha. Outro, num gesto de desespero, fez o sinal da cruz. E
a multidão continuou a avançar, sem se importar com os mortos, sem se
importar com os vivos. E os últimos homens na Place du Commerce
gritaram, e depois calaram-se."
Jean Raspail, "O Campo dos Santos"
SUBSTITUIÇÃO DEMOGRÁFICA – O PLANO ESCONDIDO DA ONU E A EXECUÇÃO NA EUROPA
Imigrantes: Os vencimentos de 2.000 euros e o milagre da multiplicação das casas
A AIMA calcula que, dentro de um ano, haverá cerca de 100 mil imigrantes em condições de pedir o reagrupamento familiar. E aqui, vamos assistir a dois milagres, que nem Cristo lá chegaria. O rendimento exigido ao titular do direito ao reagrupamento familiar, na
legislação actual, resulta de um cálculo feito a partir do Salário Mínimo
Nacional. O total é calculado tendo em conta a dimensão do agregado
familiar. O cálculo para duas situações teóricas é o seguinte:
Um casal (requerente + cônjuge):
€870 (requerente) + €435 (cônjuge) = €1.305,00 por mês.
Um casal com um filho menor:
€870 (requerente) + €435 (cônjuge) + €261 (filho) = €1.566,00 por mês.
A
simples manutenção destes valores seria suficiente para inviabilizar a
maioria dos pedidos de reagrupamento familiar, atendendo ao facto de
grande parte dos imigrantes usufruírem o ordenado mínimo nacional, por vezes até menos. Onde vão eles buscar 1.500 euros por mês? Não vão. Fazem tal como os atestados de residência, com 400 pessoas registadas numa mesma morada, com a cumplicidade de portugueses residentes nesses bairros e funcionários das juntas de freguesia. Tal como aconteceu em Arroios onde, em cinco anos, à população de 33.302 habitantes se juntaram 11.239 pessoas.
O milagre dos comprovativos dos ordenados funciona mais ou menos da mesma maneira. Os comprovativos de um contrato de trabalho e recibos de vencimento são fornecidos (falsificados) por milhares de empresas de prestação de serviços - na totalidade de imigrantes indostânicos, mediante o pagamento regular de determinada quantia pelo imigrante que usufrui desse contrato. A quantia paga ultrapassa o montante das despesas da empresa, de forma a que esta tenha "lucro" com a operação.
Entre 2020 e 2024, o número de imigrantes em Portugal passou de 666 mil para 1,546 milhões - um aumento de 43%. Para alojar esses 1,546 milhões, a um "ratio" de 20 pessoas por casa, terão sido necessárias, no mínimo, 73 mil habitações. A média nacional de residentes por habitação é de 2,5 pessoas.
Se estes números fossem aplicados aos 1,5 milhões de imigrantes, seriam necessárias 618 mil habitações. Com o reagrupamento familiar, que poderá trazer mais 3 milhões de imigrantes, no total, seriam necessárias mais 150 mil habitações, mantendo-se o mesmo "ratio" de 20 residentes por habitação. Em 2024, o número de fogos concluídos (incluindo construções novas e reabilitações) foi de aproximadamente 28.494 unidades, representando um crescimento de 6,8% face ao ano anterior. Há aqui qualquer coisa que não bate bem...
Ainda o caso dos ciganos que espancaram um cidadão e a canção do RSI
A criminalidade e o uso de armas de fogo, por parte dos ciganos, são notícia frequente nos jornais, embora se utilizem subtis formas de os identificar, sem usar a palavra "cigano". Referindo, por exemplo, que "uma família" entrou nas urgências de um hospital, não foi logo atendida e, por isso, bateu em três enfermeiros e partiu uma série de equipamento. Ou, como foi o caso de uma notícia recente, utilizou-se a expressão "residentes num acampamento". É o politicamente correcto aplicado pelos jornalistas, para disfarçarem a criminalidade cigana.
Mas os números existem e são muito claros: Os ciganos são 0,5 % da população portuguesa (dados da "Pastoral dos Ciganos", organização da Igreja Católica) mas são 5 % da população prisional - ou seja, dez vezes mais que a percentagem de reclusos não ciganos...
De acordo com o CEMME – Centro de Estudos de Migrações e Minorias Étnicas - num trabalho elaborado em Janeiro de 2007 - "QUE FUTURO TEM PORTUGAL PARA OS PORTUGUESES CIGANOS?" - de José Gabriel Pereira Bastos, no final de Maio de 1998, encontravam-se detidos em prisões portuguesas, entre preventivos (34,7%) e condenados, 787 pessoas de etnia cigana, mais de dez vezes a taxa de população nacional (não cigana) encarcerada que, em 1997, era de 145 reclusos por 100 mil habitantes, e a proporção de mulheres ciganas presas (11, 6 % de todas as presas) mais do que duplicava a média nacional de encarceramento de ciganos, os quais constituíam 5,5 % de todos os presos à data (J. J. Moreira: 1998: 8).
Há alguns dias, um homem foi espancado por 13 ciganos, em Valongo, por uma discussão fútil entre mulheres, num supermercado. O agredido ficou internado no hospital, em estado grave, durante três dias. O juiz, numa demonstração de cobardia, decidiu hoje que onze dos membros da "família" cigana ficariam sujeitos a apresentações periódicas na esquadra da GNR, enquanto dois saíram com termo de identidade e residência.
No entanto, até se pode encontrar na Internet uma cigana, por exemplo, a cantar a canção do RSI - gozando com todos nós, que trabalharam ou trabalham, descontando os seus impostos:
A OPERAÇÃO GAMBÉRRIA — QUANDO A REGULARIZAÇÃO SE TORNOU A PORTA DO CRIME ORGANIZADO
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Há 50 anos, o número total de cidadãos estrangeiros em Portugal não era superior aos 32 mil. Hoje em dia, são mais de 1,5 milhões e em sete ...
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No livro "Por dentro do Chega" , o jornalista Miguel Carvalho fala de "um partido de fanáticos que não faz grande reflexão...
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S ome excerts of this study from United Nations : "(...) Focusing on these two striking and critical trends, the present study addre...





