domingo, 21 de junho de 2026

Paquitany company selling visas to Portugal, woke says abolish genders, girl raped because of the way she dresses,




 




Gays support Islam, white lady hates white women, anti-Islam speech, woke gives up discussion with Kirk, Islam is not a religion, Islam will come to America


 






Paquitani wants sex with a minor, portuguese converted, Crime in Germany, muslim only loyalty is to Islam,


 








Teste de avaliação da Escola Superior de Ciências Empresariais

 


O texto do teste coloca André Aventuras, 19 anos, a vender uma pistola a Beatriz, para que ela pudesse "erradicar todos os emigrantes que se cruzassem com ela na escola que frequentava." 

Transcrição parcial do documento acima reproduzido:

Escola Superior de Ciências Empresariais

Curso de Gestão de Recursos Humanos

Direito do trabalho 1 – Diurno – Turma 2

1º Teste de Avaliação Contínua

Beatriz, de 16 anos é uma jovem rebelde do partido de extrema direitaCheguei Chegando”. Sabendo da adoração pelo partido “Cheguei Chegando”, André Aventuras, de 19 anos, decide vender-lhe uma pistola Glock para que Beatriz pudesse erradicar todos os emigrantes que se cruzassem com ela na escola que frequentava.

Beatriz, toda feliz e achando que seria a nova “Moranguete” do partido decide aceitar o negócio e adquirir a referida pistola a André Aventuras.

Grupo III (4 valores)

a) Diga, fundamentalmente, se entre Beatriz e André Venturas foi celebrado algum contrato e aprecie a validade do negócio jurídica em causa (2 valores)

b) Explique se Beatriz e André Aventuras têm personalidade e capacidade jurídica (2 valores)

Docente: Tiago Araújo  Responsável da UC: Helena Neves 

 

 

 

sábado, 20 de junho de 2026

Another slit-throat, in another country, ten years ago

 

Djilobodji has ban for cut-throat gesture reduced

Berlin - Werder Bremen defender Papy Djilobodji had his three-match ban reduced to two by the German FA on Wednesday after he made a throat-slitting gesture in a Bundesliga game with Mainz.

On Tuesday, the German FA banned and fined Djilobodji €15,000 for unsportsmanlike conduct after pulling his index finger across his throat in the direction of Mainz winger Pablo De Blasis last Saturday.

Bremen successfully appealed the decision, arguing that the Senegal international had simply made a bad decision.

The club desperately needs the on-loan Chelsea player to play as many matches as possible in its fight to avoid relegation.

"Papy Djilobodji's ban hits us hard and, of course, represents a blatant competitive disadvantage in the relegation battle," explained Werder's CEO Thomas Eichin.

"On top of that, we have to, and want to, protect our player, who has been downright criminalised in public, because of an ill-considered gesture which was certainly unfortunate."

The 27-year-old Djilobodji is set to miss Bremen's trip to Borussia Dortmund after the international break, plus its home match against Augsburg.

He is also banned for a further match at Wolfsburg after picking up his fifth yellow card against Mainz, but should return to face Hamburg away at the end of April.

 

 

 

The Morrocan player who made the gesture of slit-throat



 


O lento (mas seguro) caminhar da Sharia e da Irmandade Muçulmana em Portugal e na Europa



segunda-feira, 23 de junho de 2025

O tribunal islâmico da Mesquita de Lisboa

sexta-feira, 17 de janeiro de 2025

Divórcio muçulmano, feito ao abrigo da Sharia, reconhecido por tribunal português 

sábado, 15 de junho de 2024

Tribunal só para casos de imigração pode ser inconstitucional 

quinta-feira, 28 de agosto de 2025

"Muitas reticências” do sheik Munir sobre símbolos religiosos proibidos pela UE 

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2025

Xeque Munir contra "valores portugueses" de Pedro Nuno Santos 

domingo, 24 de agosto de 2025

Austrian court allows use of Islamic Sharia law in private contracts 

sábado, 3 de fevereiro de 2024

Os muçulmanos "estão a criar nações dentro de nações" 

domingo, 8 de junho de 2025

quarta-feira, 4 de junho de 2025

A ingenuidade do ministro Leitão Amaro em relação aos imigrantes islâmicos

terça-feira, 5 de março de 2024

Ex-líder da Irmandade Muçulmana condenado à morte por enforcamento 

terça-feira, 28 de janeiro de 2025

Os valores do Xeque Munir e da Ana Catarina Mendes 

quinta-feira, 28 de agosto de 2025

"Muitas reticências” do sheik Munir sobre símbolos religiosos proibidos pela UE

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2025

Três razões para combater o islamismo

 


1 - A substituição demográfica

No Reino Unido, a população muçulmana, entre 2001 e 2021 duplicou. Na Suécia, a população muçulmana era 3,5% da população total, no ano 2000. Em 2017, já representava 8,1% da população. 

Em França, no ano 2000, os muçulmanos eram 6% da população. Em 2020, atingiam já 10%. Em todos os países europeus (salvo raras excepções como a Hungria, onde os muçulmanos são apenas 0,08 %) o ritmo de crescimento da população islâmica não mostra sinais de abrandar. Para além de uma política de emigração suicida, de portas abertas a refugiados económicos e pedintes de asilo de países islâmicos, a população europeia autóctone tem uma taxa da natalidade muito mais baixa do que os muçulmanos. 

Na Finlândia, por exemplo, a taxa de natalidade para não muçulmanos é de 1,7 filhos por mulher. Na comunidade muçulmana, esta taxa é quase o dobro: 3,1. Por toda a Europa os dados são idênticos: as mulheres muçulmanas têm, em média, 2,6 filhos enquanto as mulheres europeias têm apenas 1,6 crianças. Em 1990, o número de muçulmanos na Europa rondava os 30 milhões. Em 2023, esse número já ultrapassava os 50 milhões, o que fazia do islamismo a segunda maior religião na Europa.

Se os países europeus não adoptarem medidas concretas que reduzam substancialmente a imigração muçulmana, num modelo semelhante ao da Hungria (onde os muçulmanos são 0,08 da população) será apenas uma questão de tempo até que eles tenham uma actividade política, conquistem lugares nos Parlamentos e tenham um peso político suficiente para influenciar decisões governamentais e alterar o sentido geral de voto em matérias decisivas, com o apoio da Esquerda

 2 - A recusa da integração, a ocupação do espaço e a construção de guetos

 

Um dos melhores exemplos de não-integração, na sociedade que os acolhe, é a forma como comunidades de muçulmanos do Norte de África (Marrocos e Argélia, sobretudo) e do Médio Oriente, em França, rejeitam a integração, isolando-se da comunidade francesa através da construção de guetos onde a polícia só entra com efectivos especiais e em grande número. Em contraponto a estas situações de não integração, os cerca de um milhão de portugueses emigrados em França, que já estão na terceira geração, não revelam nenhum problema de integração nem construíram guetosNo Reino Unido, que tem uma das maiores percentagens de residentes muçulmanos, há cidades onde mais parece estar-se num país do Médio Oriente, com as mulheres todas de burqa. No entanto, começa a desenhar-se uma reacção, por parte dos países europeus, com vários deles a proibirem o uso da burqa, em diversos locais. Por exemplo, a Bélgica proibiu totalmente o uso de véus que cobrem o rosto, desde 2011

A grande diferença de valores entre as sociedades ocidentais e as comunidades de imigrantes muçulmanos são mais nítidas na forma como as mulheres são tratadas. Na Suécia, os requerentes de asilo, em matéria de crimes como violações, são 5 vezes mais do que os criminosos suecos. Desde 2009, a Noruega aplica lições obrigatórias para requerentes de asilo sobre a forma de lidar com o sexo feminino - explicando, nomeadamente, formas de relacionamento com mulheres, o que é consenso em matéria de relações sexuais e igualdade de direitos. Na Finlândia foram instituídas classes idênticas, para explicar aos migrantes muçulmanos que devem respeitar as mulheres (andarem sozinhas em público, por exemplo, não significa que sejam prostitutas) e que normas culturais normais no Ocidente, como ir a uma discoteca e dançar não significa acordo em matéria de relações sexuais.  

Em todos os países europeus os imigrantes muçulmanos constroem guetos, numa ocupação total de zonas das cidades onde se situam mesquitas. Esse primeiro passo - a ocupação do terreno - transfere para os países ocidentais um modo de vida igual ao que tinham nos países de origem. Um exemplo disso é a  Mornington Street, em St Matthew’s, Leicester - a rua do Reino Unido onde os falantes de inglês são a mais reduzida minoria de todo o país. Um fenómeno idêntico, em Portugal, acontece na Rua do Bemformoso onde, há cerca de dez anos, a maioria das dezenas de estabelecimentos comerciais e restaurantes eram propriedade de portugueses. Hoje em dia, há apenas um pequeno café cuja dona é uma idosa portuguesa e todos os restaurantes e edifícios habitacionais são ocupados por imigrantes indostânicos. Os turistas já são alertados para cuidados especiais que devem ter, sempre que se deslocam àquela zona, dada a frequência com que ocorrem roubos de telemóveis e carteiras. 

O que era uma zona normal da cidade de Lisboa, habitada por portugueses, passou a ser um gueto de imigrantes indostânicos do Bangladesh, Pakistão e Índia. Depois desta ocupação do terreno, começaram a surgir as primeiras exigências: a construção de uma mesquita na zona do Martim Moniz. A exigência foi aceite pela Câmara de Lisboa, que prometeu construir a mesquita, dando início à expropriação de dois edifícios propriedade de um cidadão português. Uma das formas que os muçulmanos em Portugal utilizam, para uma demonstração de força, é a ocupação total do Largo do Martim Moniz, na oração que marca o final do Ramadão, o seu mês sagrado. Essa presença não resulta de uma falta de espaço para as suas orações, uma vez que terá de se questionar onde é que esses milhares de muçulmanos fazem as suas habituais rezas, diariamente. Fazem-no ali apenas devido à origem do nome da Praça - Martim Moniz, que foi, alegadamente, um herói da tomada do castelo de S.Jorge aos mouros.

3 - A substituição das leis e Constituição portuguesas

 


Na maioria dos casos, os guetos islâmicos em Portugal são construídos em torno de mesquitas ou lugares de culto. O passo seguinte à ocupação de bairros inteiros e consequente "expulsão" dos residentes portugueses consiste na negação das leis portuguesas, enraizadas na nossa Constituição, substituídas pela Sharia. Nas cerca de 50 mesquitas e lugares de culto muçulmano que há, actualmente, em Portugal, haverá outros tantos tribunais que aplicam a Sharia, a lei islâmica. A submissão a esses tribunais é, alegadamente, voluntária, disse o xeque David Munir, numa reportagem do jornal Público, em 2008, onde explicava o funcionamento do tribunal islâmico instalado na Mesquita de Lisboa. Mas a não submissão ou recusa em acatar a aplicação da Sharia e as decisões dos tribunais islâmicos implica uma ostracização total por parte da família e da própria comunidade islâmica.

O xeque David Munir, na referida reportagem, dá uma explicação aos jornalistas do Público sobre a forma como a Sharia é aplicada à revelia das leis e da Constituição portuguesas. Referindo o caso de uma mulher que levou a tribunal uma questão de partilhas, o xeque Munir adiantou que ela só teria direito a um terço da herança paterna, enquanto que o irmão teria direito a dois terços: "É também com a 'necessidade de o homem sustentar a família' que David Munir justifica a norma da Sharia de que o homem 'tem direito ao dobro da herança' se um parente morrer, 'porque ele é obrigado a ajudar, e a mulher não" - uma decisão legal que viola o Código Civil Português, onde esta matéria é regulamentada de forma explícita: as heranças são sempre divididas equitativamente entre os herdeiros legais. Felizmente, começa a haver um despertar europeu: o Tribunal Europeu de Justiça, em Março de 2017, considerou legal que as empresas proíbam os seus empregados de usarem símbolos religiosos, políticos ou filosóficos visíveis

Mas esta substituição das leis nacionais pela Sharia é o passo final para o controle das zonas fisicamente ocupadas pelos muçulmanos, nos países ocidentais. Embora mantenham uma atitude aparentemente respeitadora do sistema legal em que estão inseridos, os muçulmanos limitam-se a assumir um comportamento de aparente submissão às leis e modo de vida nacionais, tendo um sistema paralelo de sociedade, onde os tribunais islâmicos são o melhor exemplo. 

Um dos grandes riscos que as sociedades ocidentais enfrentam é a proliferação de cidadãos, a quase totalidade de forças políticas de Esquerda, que assumem uma postura de submissão perante os imigrantes muçulmanos. Este comportamento, assemelha-se ao "dihimi", uma prática ancestral que permitia que os não-muçulmanos vivessem em comunidades islâmicas, com direitos mais reduzidos e através do pagamento de uma taxa - a "jizya". Hoje em dia, este tipo de atitude caracteriza-se por uma submissão às exigências das comunidades muçulmanas. Exemplo disso são os pedidos para construção de mais mesquitas - nomeadamente no Porto e em Lisboa - e, inclusivé a construção de cemitérios apenas para muçulmanos. 

Um exemplo de uma atitude "dihimi" foi a iniciativa de algumas figuras políticas de se deslocarem à zona do Martim Moniz, depois da realização de uma rusga policial perfeitamente normal, para levar cravos vermelhos aos imigrantes que ali se amontoam diariamente. 

The "balcony girls" in Sweden

  Balkongflickor" (translated from Swedish as "balcony girls" ) is a term used in Sweden to describe girls and young women w...