sábado, 15 de junho de 2024

Biografia: Acácio de Brito, diretor da Escola Portuguesa

 

A aposta da Fundação Escola Portuguesa de Macau para o novo líder da instituição de ensino recaiu sobre aquele que foi o dirigente da Escola Portuguesa de Díli entre Setembro de 2015 e Fevereiro de 2023. Licenciado pela Universidade Católica Portuguesa, e com uma série de pós-graduações no currículo, Acácio de Brito é actualmente inspector de Educação e Ciência, no Ministério da Educação de Portugal, salientou o Jornal Tribuna de Macau

Acácio de Brito é licenciado em Filosofia pela Católica e em Ensino de Filosofia – Ramo de Formação Educacional, pela mesma universidade. Tem ainda uma pós-graduação em Filosofia e Desenvolvimento da Empresa, também pela Universidade Católica; uma pós-graduação em Gestão de Recursos Humanos, pela Universidade do Minho; e outra em Ciências da Educação, na especialidade de Inspecção Escolar, pela Universidade de Aveiro.

Em Timor-Leste, Acácio de Brito foi membro do Conselho Consultivo da Área Consular de Díli, da Embaixada de Portugal naquele país, e presidente do conselho fiscal e membro fundador da Casa de Portugal em Timor.
Em Fevereiro deste ano, Acácio de Brito foi condecorado com o Grau Medalha da Ordem de Timor-Leste, atribuída pelo presidente da República, José Ramos-Horta. Em Maio de 2020, tinha sido agraciado com o louvor do Conselho de Patronos da Escola Portuguesa de Díli.

Com participação numa série de conferências internacionais, e várias publicações, nomeadamente na área da Filosofia, Acácio de Brito foi também professor do ensino secundário em Portugal, e assistente universitário e orientador de estágio no ensino superior. 

Recorde-se de que, no final da semana passada, em Março de 2023, o presidente do Conselho de Administração da Fundação EPM, Jorge Neto Valente, disse a este jornal que já foi submetido o pedido de autorização para trazer de Portugal o novo director da Escola Portuguesa. Segundo disse, o sucessor de Manuel Machado manifestou “disponibilidade a curto prazo” para vir para o território. “Aguarda-se agora que as autoridades competentes concedam a autorização”, afirmou então Neto Valente. 

Sociedade / Paulo Reis

Sem comentários:

Enviar um comentário

A AIMA anunciou que tem 55 mil pedidos de reagrupamento para despachar

Quem pode ser reagrupado     Cônjuge ou parceiro em união de facto (comprovada há mais de dois anos).     Filhos menores ou incapazes a carg...